Anotações do Cotidiano

A dermatologista Sarita Martins manda esta dica: “Nessa época de pandemia, não é raro surgirem doenças psicossomáticas. E a pele é um órgão bastante susceptível. Irei comentar sobre a onicofagia. Nome difícil, né… Nada mais é do que traumas nas unhas. Podem surgir na das mãos ou nas dos pés ou em ambos. É uma forma de autodestruição. Ela pode também estar relacionada com a solidão, ansiedade e inatividade. No caso das unhas, apenas o dermatologista dará o diagnóstico correto, mas deve ser tratada, em muitos casos, em conjunto com o psiquiatra porque pode estar associado a outras doenças da mente”.

A dermatologista Sarita Martins e seus conselhos (Foto: Fernando Machado)

Amanhã é o Dia Mundial da Doença Falciforme, enfermidade hematológica de origem genética e hereditária prevalente no Brasil e no mundo. Ela se caracteriza por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica e adquirem o aspecto de uma foice – daí o nome falciforme. Depois disso, os glóbulos endurecem, dificultando a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e, redução da oxigenação dos tecidos. No Brasil, uma das organizações legalmente constituídas para trabalhar pela melhor qualidade de vida dos pacientes é a Associação de Anemia Falciforme de São Paulo.