Fernando Machado

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Fatos Diversos

A dica de hoje da Dermatologista Sarita Martins é “Não use luvas descartáveis ao sair de casa achando que você estará mais protegido. Ao contrário. O vírus pode se alojar nela e você achando que está seguro tocar no seu rosto e se contaminar. O melhor mesmo é sempre lavar suas mãos com água e sabão e na impossibilidade passar álcool em gel”.

Sarita Martins sempre dando dicas (Foto: Instagram)

Desde o começo da pandemia, o Bugan Hotel – do Grupo Rio Ave e que sempre esteve aberto para atender quem precisava estar longe de casa – adota um manual de higienização, elaborado pelo Real Hospital Português. Por conta disso é o primeiro do Recife a receber o selo Turismo Responsável, do Ministério do Turismo.

 

Anotações do Cotidiano

A pandemia do coronavírus não registrou impactos, de forma geral, no setor portuário, sobretudo na navegação por cabotagem. Levantamento realizado pelo Ministério da Infraestrutura, com base em dados estatísticos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, revela que a cabotagem registrou alta de 11,3% na movimentação entre janeiro e abril de 2020, em relação ao mesmo quadrimestre do ano passado. No total, o setor transportou 60,8 milhões de toneladas no período.

A dica da diva da dermatologia Sarita Martins de hoje: “Numa época de pandemia as pessoas ficam neuróticas com a limpeza. Deixar os sapatos na porta da casa sempre é bom. Agora passar sabão, lavar com água sanitária é um exagero. As chances de você levar o vírus da COVID 19 na sola do sapato é o mesmo que um raio cair na sua cabeça duas vezes no mesmo dia. Uma infecção que é disseminada por meio de gotículas não se espalha assim”.

Anotações do Cotidiano

Lapidado como um diamante, o icônico frasco de La Nuit Trésor Nude de Lancôme deixa cair o véu preto, revelando um frasco “nu”, como um prisma que difracta intensamente a luz. Dentro dele, uma delicada rosa de damasco é capturada no coração de um turbilhão quente. A nova fragrância, La Nuit Trésor Nude, conquista com a paixão radiante e a delicadeza de uma rosa em uma auréola cintilante de reflexões. Refrescante, luminosa e voluptuosa, a emblemática flor irradia uma sensualidade de tirar o fôlego. Sendo a estrela desta poção de amor moderna e distinta, ela representa um romance autêntico e apaixonante que desencadeia emoções sensacionais.

Mesmo com as mudanças causadas pela pandemia de Covid-19 no dia a dia do brasileiro, o consumo de rádio segue forte na quarentena. De acordo com levantamento especial da Kantar IBOPE Media, realizado em 13 regiões metropolitanas do país, 74% dos ouvintes de rádio afirmaram que estão mantendo ou aumentando o consumo do meio durante o isolamento. O número é maior do que o levantado na onda anterior (abril), que era de 71%. O número de ouvintes que consumiram o meio com serviços de streaming de áudio também cresceu de 25% para 27%. Observando os motivos para consumir o meio, percebemos que as buscas por informação e entretenimento, seja para se distrair ou para ouvir músicas.

Anotações do Cotidiano

O sanfoneiro, Yago Santana, 24 anos, por conta do momento de isolamento social, devido à pandemia da Covid-19, despertou ainda mais o seu lado compositor. Entre as diversas canções criadas nestes quase três meses de confinamento, surgiu a Coronga Song, que evoca o momento político que o Brasil está enfrentando e as situações das pessoas que precisavam trabalhar neste São João e não vão poder como é o caso, entre outros, da classe artística. Yago já passou pelo Conservatório Pernambucano de Música e toca vários instrumentos, além da sua tradicional sanfona.

O sanfoneiro Yago Santana (Foto: Divulgação)

Cerca de cento e vinte famílias de pessoas desaparecidas receberam cestas básicas, preparadas por voluntários da Cruz Vermelha Brasileira – São Paulo. Parte destas famílias participa de Programa de Acompanhamento realizado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, por meio do seu programa de Pessoas Desaparecidas e suas Famílias. Para a gerente de Voluntariado e Projetos Sociais da CVB/SP, Marina Dauar, é importante ajudar com os alimentos essas pessoas que já estão abaladas emocionalmente e em situação de vulnerabilidade, condição agravada com a pandemia.

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