Fernando Machado

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Carnaval e Música Inesquecíveis (Último)

A executiva Geralda Farias que foi responsável pelos mais bonitos bailes municipais do Recife, quando era a primeira dama da cidade, englobou todos os do Clube Internacional, onde as orquestras tocavam magnificamente os frevos de Levino Ferreira e os foliões dançavam até a madrugada, ao som de Última Hora. A sua música inesquecível é Máscara Negra de Zé Keti e a mais triste É de Fazer Chorar de Luiz Bandeira que diz “É de fazer chorar / Quando o dia amanhece e obriga o frevo a acabar / Oh quarta feira ingrata / Chega tão depressa / Só pra contrariar / Quem é de fato um bom pernambucano / Espera um ano e se mete na brincadeira / Esquece tudo quando cai no frevo / E no melhor da festa chega a quarta feira”. Ouça É de Fazer Chorar  https://www.letras.mus.br/luiz-bandeira/e-de-fazer-chorar/

Geralda Farias e sua filha Marcelle (Foto: Fernando Machado)

O historiador e jornalista Leonardo Dantas Silva explica que o melhor Carnaval de sua vida foi aquele que o Jornal do Commercio o encarregou para escrever a matéria sobre todo Carnaval para a edição de quarta-feira de cinzas. E sua música inesquecível é o frevo Último Dia de Levino Ferreira, “tanto que a escolhi para abertura do Frevança de 1979, que coordenei”, completou Leonardo Dantas. Ouçam o Último Dia  https://www.facebook.com/socarnavaldeolinda1/videos/1766996643570641

Leonardo Dantas Silva e Capiba (Foto: Divulgação)

O cerimonialista e jornalista Wilton Condé recorda com saudades dos Carnavais do Lança Perfume Rodouro e do Corso na Semana Pré Carnavalesca (a bordo de um Jipe com amigos circulando pelas Ruas da Concórdia, Nova, Imperatriz, Manoel Borba, Avenida Conde da Boa Vista, Ponte Duarte Coelho e Avenida Guararapes). Seus carnavais inesquecíveis foram os do tempo dos tablados nas esquinas das Ruas Nova e Palma com orquestra de Frevo para os foliões pularem o frevo rasgado. Idem na Pracinha do Diário.

Wilton Condé relembra seus carnavais (Foto: Fernando Machado)

No Cabanga com a prévia Preto e Branco, o primeiro da temporada Carnavalesca. Do Bal Masqué só para sócios e convidados especiais. Minhas musicas preferidas são os frevos de Nelson Ferreira, de Capiba, de Ademir Araújo, de Guedes Peixoto, de Duda e de Clovis Pereira. E especialmente o Último Dia de Levino Ferreira.

Carnaval e Música Inesquecíveis III

A Defensora Pública Marta Brito Alves Freire (Foto: Fernando Machado)

A Defensora Pública Marta Freire née Brito Alves – Meu Carnaval inesquecível foi o de 1971 e a minha musica favorita é Valores do Passado de Edgard Moraes e Hino do Bloco da Saudade. Para quem não sabe Marta gravou um CD de musicas de carnavais em 2007, por sinal maravilhoso.

O dermatologista Tancredo Albuquerque (Foto: Face)

O dermatologista Tancredo Albuquerque frisa que o seu carnaval inesquecível foi o de 1972. Ano que passei no vestibular. Tínhamos o corso da Conde da Boa Vista com paradas no Edf. Pirapama e as 4 noites de bailes no  Clube Português (domingo e terça), a segunda era no clube internacional, isso tudo sem falar das prévias que começavam 4 semanas antes. À música de sucesso mais tocada foi Uma Pequena Notável da Império serrano do pernambucano Fernando Pinto, o nosso querido Fernando Carcará, falecido tragicamente em acidente automobilístico vindo do barracão da império.

A imortal e presidente do IAHGPE Margarida Cantarelli (Foto: Fernando Machado)

A Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano, desembargadora federal e imortal Margarida de Oliveira Cantarelli nos conta “eita, amigo! Abriu o baú das boas lembranças. O carnaval inesquecível foi o de Máscara Negra, de Zé Keti. Penso que é o de 1967! E especialmente o baile do Clube Português. Mais detalhes? …. hum…. não devo! Rsrsrs”.

Carnaval e Música Inesquecíveis – II

Continuamos divulgando aquele Carnaval que marcaram a vida de pessoas ligadas a Pernambuco. Também procuramos saber qual a musica inesquecível. Hoje temos os depoimentos da cônsul dos Estados Unidos Maria Sanchez-Carlo, o professor de Educação Física Tarcisio Miranda Cavalcante e a Miss Brasil Mundo de 1959 Dione Oliveira Brach.

Maria Sanchez-Carlo é uma pernambucana de coração (Foto: Fernando Machado)

A diplomata norte-americana Maria Sanchez-Carlo – confessa que o primeiro a gente não esquece. Foi aquele ao lado de Débora e Jorge Pinho, em 1992. E o que mais lembro foi o de 1995, que minha irmã, Vanessa foi me visitar e até botamos adornos na cabeça e caímos no passo. Quanto a música não podia ser outra: Vassourinhas de Matias da Rocha e Joana Batista Ramos e claro Voltei Recife de Luiz Bandeira.

O técnico de basquetebol Tarcísio Miranda Cavalcante adora carnaval (Foto: Face)

O professor de Educação Física Tarcisio Miranda Cavalcante – respondeu que gostava muito dos carnavais de clube, principalmente os do Português. Eram maravilhosos. Em 1978 e 1979 participei da Banda de Pau e Cordas, tocava nos jardins do clube e uma vez na abertura do baile. Salão inesquecível! As musicas são Ultimo Dia de Levino Ferreira e o Hino de Elefante, de Claudio Nigro e Clóvis Pereira é uma homenagem a Olinda.

Miss Brasil Mundo de 1959 Dione Oliveira Brach (Foto: Divulgação)

Miss Brasil Mundo de 1959, Dione Oliveira Brach, reside na Alemanha com o marido Wolfgang Brach – “O meu carnaval inesquecível foi aquele brinquei quanto tinha 10 anos de idade e minha fantasia era de cigana. Nunca esqueci este Carnaval”. Quanto a música não poderia ser outra Vassourinhas, de Matias da Rocha e Joana Batista Ramos. “Como sinto saudades do Carnaval do nosso Brasil, principalmente o de Pernambuco, mas os de antigamente”, concluiu Dione.

O carnaval inesquecível de Roberto Macedo

Todos os meus carnavais são inesquecíveis, pois nasci numa terça-feira da folia e amo me divertir nessa época. Salvador é uma cidade muito festeira. Durante todo o verão é como se houvesse um eterno Carnaval. Festas todos os dias. Haja fôlego. Gosto sempre de rever as fotos, e aí me lembro dos momentos, tornando-os inesquecíveis.

Roberto no desfile dos Filhos de Gandhy (Foto: Instagram)

Mas, vou destacar um ano em especial: Era 2011 e o domingo era meu aniversário, 6 de março, dia que nem sempre cai na folia. Mas quis marcar 2011 saindo em vários blocos, indo a festas e marcando a minha estreia num dos mais tradicionais da Bahia: Filhos de Gandhy.

No esquente para enfrentar os Filhos de Gandhy (Foto: Instagram)

Foi inesquecível. Quando o desfile começou e todos cantavam Ajeumbó, desabei a chorar. Era emoção demais. Felicidade que se repetiu nos dois dias seguintes de desfiles do bloco. E, desde então, sempre que posso, tenho saído no Gandhy. O jornalista e missologo baiano Roberto Macedo.

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