Fernando Machado

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Nos Bastidores da Política

Hoje, será realizado leilão para a compra de 757,3 toneladas de alimentos destinados à montagem de cestas. Os itens serão doados para quilombolas da Bahia e indígenas do Pará. Os produtos que vão compor aproximadamente 34 mil cestas serão distribuídos para combater a insegurança alimentar e nutricional causada pela pandemia do Covid-19. As comunidades quilombolas baianas vão receber 22,9 mil cestas de alimentos, enquanto os indígenas do Pará receberão mais de 11,4 mil.

O Auxílio Emergencial servirá como legado para o aprimoramento de diversas políticas públicas e para a ampliação da cidadania no Brasil. Maior programa de transferência de renda da história do país, benefício já teve reconhecimento internacional como referência de boa prática de assistência. Produtos como um novo Cadastro Único e um documento nacional de identidade serão uns dos herdeiros dessa operação. A tecnologia é parte fundamental nesse processo.

Nos bastidores da Política

Indígenas e quilombolas de Pernambuco começaram a receber mais 31 mil cestas de alimentos doadas pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, leia-se a ministra Damares Alves. O objetivo é reduzir os impactos do novo coronavírus (Covid-19) nas populações em situação de vulnerabilidade social. A ação é uma parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento, a Funai, a Fundação Cultural Palmares e a Secretaria Especial de Saúde Indígena. A iniciativa faz parte do Plano de Contingência do Governo Federal. A previsão é destinar R$ 4,7 bilhões até o final junho de 2020.

Comunidades indígenas da Paraíba começaram a receber cestas básicas que serão entregues pela Companhia Nacional de Abastecimento. A ação ocorre a partir dos recursos disponibilizados pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, e por demanda da Funai, para auxílio dos povos tradicionais em situação de vulnerabilidade devido à pandemia de Covid-19. Serão 71,9 toneladas de alimentos entregues a 38 comunidades indígenas localizadas nos municípios de Baía da Traição, Marcação, Rio Tinto, Conde e João Pessoa.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior publicou quinta-feira, o resultado final do edital nº 28 de 2019, que trata do acordo com o Conselho Federal de Enfermagem. Foram aprovadas 25 propostas das 28 submetidas, que ofertarão, ao todo, 180 vagas. As inscrições e o início das aulas ficarão a critério de cada instituição, que avaliará a melhor situação devido à Covid-19. Serão investidos R$ 4,8 milhões para apoiar esses Programas de Pós-Graduação profissionais, cujo foco é a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a Gestão em Enfermagem. O acordo também promove a cooperação acadêmica e o desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica.

Anotações do Cotidiano

Hoje a Mangabeira entra em festa para celebrar os 122 anos de formação do Caboclinho Tribo Indígena Carijós do Recife, agremiação mais antiga do segmento no Estado. Às 18h30, o folguedo ligado às tradições de matrizes indígenas promete levar a alegria de gritos de guerra e declamação de loas às proximidades da Sede, na Rua Coremas, 40, próximo ao Clube da Mangabeira. A apresentação é gratuita e aberta ao público. O Caboclinho tem 160 integrantes, é um dos mais vivazes e atuantes representantes do Caboclinho.

O bonito colorido do Caboclinho Tribo Indígena Carijós do Recife (Foto: Divulgação)

Sobe ao palco do Teatro de Santa Isabel, entre os dias 9, 10 e 11, a comédia Como Ter Sexo A Vida Toda com A Mesma Pessoa. No espetáculo, dirigido por Odilon Wagner, a atriz Tania Bondezan interpreta uma sexóloga búlgara formada em Sorbone, que apresenta ao público, de maneira bem humorada, técnicas e dicas para aprimorar a vida sexual dos casais e ajudar a superar os desgastes do relacionamento a dois, com um humor inteligente e divertido. Informações no telefone (81) 3355-3323.

Noticias de Alagoas

Durante três dias, os Jogos Indígenas de Alagoas movimentaram a capital alagoana, a competição, promovida pela Secretaria de Estado do Esporte Lazer e da Juventude, aconteceu no estádio Rei Pelé. Além da disputa de modalidades esportivas, as tribos promoveram apresentações culturais e tradicionais dos seus povos.  Apesar da distância entre as cidades, o objetivo era o mesmo, propagar a cultura indígena, como destacou o representante do Comitê Indígena Mundial, Marcos Terena.

A cerimonia de entrega dos troféus (Foto: Cecilia Rodrigues)

O III Encontro e a II Jornada Científica de Comunidades Quilombolas e Povos Tradicionais de Terreiros de Alagoas começam amanhã, no campus da Universidade Federal de Alagoas em Arapiraca. Serão três dias de rodas de conversa com professores, pesquisadores, gestores culturais, quilombolas, religiosos, lideranças, profissionais e estudantes envolvidos com a temática, além de dinâmicas e atividades artísticas e culturais. Os encontros têm o apoio da Secretaria de Estado da Cultura.