Fernando Machado

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Tapete Vermelho do Oscar 2020

Angela Basset by Reem Acra e Helen Mirren by Schiaparelli (Fotos: Getty)

A diva Lady Gaga atacou de preto (Foto: Getty)

A cerimônia de entrega do Oscar 2020, realizada ontem, à noite, no palco do Dolby Theatre, em Los Angeles, não tem mais aquele glamour de antigamente. Mesmo assim a constelação sempre rouba a cena no Tapete Vermelho. Os astros e as estrelas capricham nas extravagâncias. O blog não está interessado em quem vai levar as estatuetas. Prefiro ver os looks.  Os decotes e as fendas são detalhes que me fascinam.

O sempre extravagante Billy Porter by Giles Deacon (Foto: Getty)

Tonya Lewis Lee e seu Spike Lee que homenageou o astro Kobe Bryant (Foto: Getty)

 

Cris comemora 10 anos da CiS

Cristiana e Silvio Costa Filho (Foto: Fernando Machado)

A designer Cristiana Lemos Costa (Foto: Fernando Machado)

A Arcádia de Boa Viagem estava linda, assim como a anfitriã, Cristiana Lemos Costa, num modelo by BZ. O motivo deste glamour todo foi a comemoração dos 10 anos da CiS Joias. Na ocasião tivemos o lançamento do livro Ouro & Alma, escrito pela própria Cristiana Lemos Costa, onde ela passeia pela história da sua grife.

Marta Freire e as netas Sophia Luísa e Cecilia (Foto: Fernando Machado)

A executiva Amanda Campos (Foto: Fernando Machado)

Cris recebia os convidados ao lado dos pais Alexandre e Ana Luiza, das tias Ana Tereza, Ana Elizabeth e Ana Berenice, das irmãs Letícia e Cicília e do marido o deputado federal Silvio Costa Filho. A decoração de Eider Santos estava impecável com destaque para seis lustres caindo do teto. Não podemos esquecer os arranjos de orquídeas brancas e folhagens.

A executiva Tinane Almeida e a filha Lelê da Fonte (Foto: Fernando Machado)

Renata Rocha de Sá Pereira e a tia Cremilda Martins (Foto: Fernando Machado)

Mesa onde repousava o bolo by Lucinha Cascão, estavam 10 castiçais de cristais em dois tamanhos com velas brancas. Atrás da mesa uma parede onde podia se ver o nome CiS, encrustado nas letras estavam docinhos by Lucinha Cascão. O projeto do bolo foi do arquiteto Luiz Dubeux. Naquela mesma noite também foram lançadas as coleções Especial, e Reimaginar.

Camila e José Geraldo Vecchione (Foto: Fernando Machado)

O presidente da Folha de Pernambuco Eduardo Monteiro à côté Claudia Portela (Foto: Fernando Machado)

Por sinal, ambas, muito bonitas. A animação ficou por conta da Banda Bravo, tendo como crooner Catarina Rosa. Muitas convidadas usavam joias da CiS, como por exemplo a advogada Marta Freire e suas netas Sophia, Luisa e Cecília.

O médico Murilo Guimarães e Ana Cristina (Foto: Fernando Machado)

A jornalista Inês Calado née Costa (Foto: Fernando Machado)

Leve o Recife para Casa

O famoso footing na Ponte da Boa Vista dos anos 30 (Foto: Não Identificada)

O recifense poderá testemunhar amanhã como sua cidade era bonita. Que tal presentear um amigo ou ter em sua casa uma bela fotografia histórica do Recife? Imagens produzidas por grandes fotógrafos do século passado, que eternizaram cenas do cotidiano recifense, como pescadores na Rua da Aurora, mulheres com elegantes vestidos e chapéus na Ponte da Boa Vista ou trabalhadores na Avenida Guararapes. O valor das imagens varia de acordo do tamanho: R$ 100, R$ 60 e R$ 45, respectivamente.

O Monumento ao Povo do Recife erguido na Praça 17 (Foto: Alexandre Berzin)

As fotografias estarão à venda no Museu da Cidade do Recife , cuja diretora é Betânia Correa de Araujo, e a partir de hoje, quando será lançado o projeto Leve história para casa. Nesta primeira edição, a fotógrafa Renata Victor aceitou o convite para fazer a curadoria e selecionou 16 imagens. As fotos selecionadas, a maioria das décadas de 40, são de autoria dos fotógrafos Alexandre Berzin, Mário Carvalho e Cisneiros, e algumas sem autor identificado. No final o bom recifense vai odiar os políticos que nada fizeram para conservar o glamour da terra do frevo.

Desfile de tropa na Rua da Imperatriz e a Rua Nova (Fotos: Alexandre Berzin)

Miss Brasil 2018: Uma noite sem glamour   

Teresinha Morango e Mayra Dias (Fotos: O Cruzeiro / Concurso)

O concurso de Miss Brasil 2018  realizado sábado, à noite, no Riocentro, no Rio de Janeiro, lembrava um velório. Dos maiôs aos vestidos tudo era preto. Essa coordenação tem um complexo de luto. A faixa que a vencedora recebeu era cor de hepatite. O evento  serviu como a atração do encerramento da convenção anual da Polishop, por isso tinha um grande publico. Não é mais concurso de beleza e sim de empoderamento, de atitude, etc. A abertura do concurso sem glamour, as roupas nem quero lembrar, de tão feias. Era tanto desafio que terminei me cansando.

Martha Vasconcelos destronou todas as jovens candidatas (Foto: Concurso)

Somente o assisti por conta da homenagem à Martha Vasconcellos, por sinal muito chinfrim. A Miss Universo de 1968 merecia mais pompa e circunstância. Era para Marta ser a presidente ou ter participado da comissão julgadora, como acontece no Miss Universo. O host Cássio Reis, muito elegante chamou o Top 15: Teresa Santos (Ceará), Giovanna Veríssimo (Goiás), Elis Miele (Minas Gerais), Monique Rêgo (Rio Grande do Norte), Maria Isabel Santos (Bahia), Paula Palhares (São Paulo), Eslovênia Marques (Pernambuco), Débora Silva (Santa Catarina), Isabella Burgui (Alagoas), Sabrina Stock (Espírito Santo), Ana Carla Medeiros (Paraíba), Naiely Lima (Piauí), Bia Rodrigues (Distrito Federal), Leonora Weimer (Rio Grande do Sul) e Mayra Dias (Amazonas).

O top 10 e suas fantasias para o desfile de traje de banho (Foto: Concurso)

O grupo desfilou de maiô (as peças estavam bonitas), pois as 12 restantes foram para a geladeira. Cada candidata mais afetada do que a outra. Até adeusinho algumas deram. Na seqüência aconteceu o desfile de biquíni agora com o Top 10. E depois tivemos o desfile de traje de gala, todos vestidos pretos, grifados por Ivanildo Nunes, estavam bonitos. A cartela de cores era terrível.

O Top 15 de maiô preto deu um toque de elegância às candidatas (Foto: Concurso)

No Top 10 ficaram Débora Silva (Santa Catarina), Mayra Dias (Amazonas), Naiely Lima (Piauí), Isabella Burgui (Alagoas), Teresa Santos (Ceará), Monique Rêgo (Rio Grande do Norte), Eslovênia Marques (Pernambuco), Maria Isabel Santos (Bahia), Paula Palhares (São Paulo) e Giovanna Veríssimo (Goiás). E as cinco finalistas foram Débora Silva (Santa Catarina), Mayra Dias (Amazonas), Isabella Burgui (Alagoas), Maria Isabel Santos (Bahia) e Teresa Santos (Ceará).

O top 10 de biquíni  (Foto: Concurso)

Depois de muito blá blá blá saiu o resultado final. Em 3º Lugar Teresa Santos do Ceará, em 2º lugar Maria Isabel Santos da Bahia e em primeiro lugar Mayra Dias do Amazonas. Uma jornalista morena de 1m75 de altura e a mais velha das 27 candidatas participantes, 26 anos. A primeira Miss Amazonas eleita Miss Brasil foi Teresinha Morango, em 1957, tempos dos anos dourados. Teresinha era linda demais. Mayra não é nenhuma Brastemp, quando ri, a sua gengiva fica à mostra e não tem cintura definida.

Mayra Dias já coroada para receber os abraços, alguns de tamanduás, das colegas (Foto: Concurso)

Na verdade o nível das concorrentes não era fraco. O concurso de Miss Estados Unidos foi muito superior em tudo. Outro desastre foi discurso da Miss Brasil de 2017, Monalysa Alcantara. Pela primeira vez vi uma miss falar de forma tão deselegante numa despedida de concurso. Agora vamos ter que aguentar os seus fãs dizerem que ela será a nova Miss Universo.

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