Por que dizemos que Maria é a Mãe da Igreja?

Maria foi escolhida de modo especialíssimo por Deus para cooperar em seu plano de salvação do gênero humano. Foi chamada a ser a Mãe do Redentor e respondeu a este apelo com seu “sim” (cf Lc 1,38). O Evangelho nos mostra como ela está presente junto a seu filho Jesus, indicando-lhe a ocasião para que ele realizasse seu primeiro milagre, nas bodas de Caná. Por esse milagre, seus discípulos chegaram à fé em Jesus (cf Jo 2,11).

Foi junto à cruz, porém, que Maria recebeu a missão de ser mãe dos discípulos de Jesus. Ao tornar-se mãe do discípulo amado (cf Jo 19,26), ela se torna, por extensão, mãe de todo aquele que se faz discípulo de Jesus e membro de seu corpo que é a Igreja e, portanto, mãe da Igreja. Por isso ela ficou junto aos discípulos, rezando com eles à espera do Espírito Santo (cf At 1,14). Esta sua missão não passou. Até a segunda vinda de Cristo, a consumação do Reino de Deus, Maria continua realizando seu papel de mãe amorosa de toda a Igreja e de cada um de seus filhos. Colaboração de Rosangela e Dinaldo Neto, Comissão Arquidiocesana Pastoral Familiar de Olinda e Recife.