Fernando Machado

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Anotações do Cotidiano

Amanhã é o Dia Mundial da Doença de Chagas. Espera-se também reduzir preconceitos e estigma da população que vive com a doença. No Recife, a Casa de Chagas, cujo coordenador é o medico Wilson Oliveira Junior, instituição ligada ao PROCAPE, lidera uma ação online, em função do isolamento social pela COVID-19, para informar a população sobre cuidados com a Doença de Chagas e alertar a comunidade científica e sanitária que ela permanece viva e distribuída globalmente.

A fundação suíça Advent-Stiftung, leia-se o diretor Giuseppe Carbone, em parceria com entidades brasileiras beneficiou 5 mil famílias pernambucanas que vivem em comunidades de vulnerabilidade social. A iniciativa que está oferecendo reforço no combate ao coronavírus, causador da doença Covid-19, realizou até ontem a doação de kits de higiene em seis comunidades da Região Metropolitana do Recife e uma na Zona da Mata.

Combate ao Câncer Infanto Juvenil

O câncer representa a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no Brasil, segundo informações do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. No entanto, se diagnosticado precocemente e tratado em centros especializados, cerca de 80% dos casos podem ser curados – e a maioria das crianças e adolescentes terá boa qualidade de vida após o tratamento. A divulgação destas informações é intensificada no dia 23 de novembro, data que ocorre o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto Juvenil.

Nesta data, a Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer chama a atenção da população brasileira para a importância do diagnóstico precoce da doença. A entidade, que congrega 53 instituições de apoio à criança com câncer espalhadas por todo o País, reforça que, quando descoberto cedo, o câncer em crianças e adolescentes tem mais chances de cura. Para Rilder Campos, presidente da Confederação, o DNCCI é uma data fundamental para mobilizar a sociedade em prol da importância do diagnóstico precoce da doença.

Me dá um beijo Mandarim

Beijar faz tão parte da festa de Carnaval quanto o samba, o axé, o frevo e as marchinhas. Além de liberar endorfina, hormônio que dá sensação de prazer e bem-estar, um beijo bem dado pode até queimar, em média, 12 calorias. Mesmo com tantos benefícios, beijar também tem suas desvantagens. É que algumas doenças são transmitidas justamente pela boca e saliva, portanto, as chances de quem beija muito e muitas pessoas diferentes ser infectado é maior. Por outro lado, nenhuma dessas doenças é grave.

A mais comum delas é a mononucleose, que também é conhecida como doença do beijo, e é causada pelo vírus Epstein-Baar que se aloja na região da amígdala. Os principais sintomas da doença podem ser confundidos com o de uma virose qualquer, pois são febre alta, dor de garganta, de cabeça, dores musculares e ínguas. Algumas pessoas infectadas podem apresentar vermelhidão pelo corpo, semelhante ao que ocorre no sarampo e na rubéola, e icterícia (cor amarela da pele e do branco dos olhos). Informa o dentista Fernando Tavares do Instituto Tavares Vieira. http://www.institutotavaresvieira.com.br/

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