Fernando Machado

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Alda Simonetti é eleita Miss Pernambuco de 1965

Hoje faz 55 anos que Alda Maria Simonetti Maia do Sport ganhava o titulo de Miss Pernambuco de 1965. Ela foi coroada por Ana Maria Costa, Miss Pernambuco de 1964. O festival da beleza pernambucana aconteceu nos salões do clube rubro-negro. Em segundo lugar ficou Helena Viana de Garanhuns e em terceiro a representante de Limoeiro Maria Lucia Caldas.

Helena Viana (2º lugar), Alda Simonetti Maia (Miss PE) e Maria Lúcia Caldas (3º Lugar), além de Alda na passarela by Jurandy (Fotos: O Cruzeiro)

A comissão que escolheu Alda estava formada pela primeira dama do Recife Ieda Lucena, o coronel José Costa Cavalcanti, o almirante Francisco Duque Guimarães, o cônsul da Argentina Ornaldo Carrena, o compositor Capiba, o presidente do Internacional José Sales Filho, o teatrólogo Valdemar de Oliveira, a senhora Sônia Guerra, e o cronista social Alex.

Alda Maria quando recebia a faixa de Ana Maria Costa (Reprodução do Diário da Manhã)

No intervalo dos desfiles aconteceu um show do cantor Adilson Ramos. Participaram do concurso Nicienne Arruda (Clube da Imprensa de Pernambuco), Laurilúcia Ferreira de Araújo (Jóquei Clube de Pernambuco), Helena Viana (Garanhuns), Maria Lúcia Caldas (Limoeiro), Alda Maria Simonetti Maia (Sport) e Socorro Santana (Vitória de Santo Antão).

O personal trainer Hemê Pessoa ao lado de Alda Maria e dos amigos (Foto: Acervo do blog)

Alda Simonetti, que nasceu em São Paulo, tinha 1m64 de altura, 96 cm de busto e 98 cm de quadris usou um modelo do figurinista Jurandy, confeccionado pela costureira Inês Peixe. A nova Miss Pernambuco já tinha participado de dois concursos de beleza. Em 1964 disputou o Miss Sergipe, representando os universitários e ficou em terceiro lugar e em 1963 participou do Miss Rio Grande do Norte, como Miss Goianinha, ficando em quarto lugar.

Solange: Rainha do IV Centenário do Rio de Janeiro

Solange Dutra Novelli sem do coroada pela Miss B64, Ângela Vasconcelos, de traje de noite e de maiô ao lado de Evandro de Castro Lima vestido de Camões (Fotos: O Cruzeiro)

No dia 13 de fevereiro completou 55 anos que Solange Dutra Novelli do Botafogo era eleita Rainha do IV Centenário do Rio de Janeiro. Em segundo lugar ficou Gilda Caselho de Vila Isabel e em terceiro lugar Clea Carvalho do Irajá. Quase 15 mil pessoas foram ao Maracañazinho assistir ao concurso. E Pernambuco esteve presente por conta do fundo musical de Antônio Maria e da candidata Márcia Pimentel.

A realeza da beleza Cleia Carvalho, Solange Dutra Novelli e Gilda Lúcia Caselli (Foto: O Cruzeiro)

O júri que escolheu Solange de 18 anos de idade foi formado por Martha Rocha Miss Brasil de 1954, Adalgisa Colombo Miss Brasil de 1958, a atriz Maria Fernanda, os jornalistas Orlandino Rocha da Revista O Cruzeiro, Yllen Ker do Jornal do Brasil, e Leia Maria Bonfim do jornal O Globo, do escultor Mateus Fernandes, do deputado Carvalho Neto (autor do projeto que instituiu o Miss IV Centenário) e o presidente da revista Manchete Oscar Bloch.

Solange no trono algumas participantes, de traje de banho remetendo ao calçadão de Copacabana, incluindo Márcia Pimentel, a quinta da direita para a esquerda (Foto: O Cruzeiro)

De volta para o passado

Há 124 anos, acontecia a fundação de Petrolina.

Há 110 anos, acontecia um concerto no Teatro Santa Isabel com o violinista Julio Cardona e o pianista Hernani Torres.

Há 100 anos, Nossa Senhora do Carmo era coroada, nos jardins da Faculdade de Direito do Recife. A cerimônia foi conduzida pelo arcebispo dom Sebastião Leme.

Há 70 anos, morria em Pernambuco, o professor Cândido Duarte, que nasceu no dia 29 de janeiro de 1872.

Há 65 anos, o prefeito José do Rego Maciel autorizava um abatimento de 50 por cento para os estudantes nos ônibus durante o período letivo e nos dias uteis.

Há 60 anos, o pianista suíço Fritz Hofer se apresentava no Teatro de Santa Isabel.

Há 30 anos, morria em Pernambuco, o cientista Oswaldo Gonçalves de Lima, que nasceu no dia 7 de novembro de 1908.

Há 40 anos, Assis Farinha realizava no Clube Português, o primeiro  desfile-show da Ele Ela Modas. As atrações foram os cantores Ronnie Von e Elba Ramalho.

Réquiem para a Miss Brasil de 1956

Miss Universo de 1956, Carol Morris e Maria José Cardoso em Long Beach (Foto: O Cruzeiro)

Maria José Cardoso, do Rio Grande do Sul, não era gaucha, e sim de Santa Catarina, foi eleita Miss Brasil de 1956, em 16 de junho de 1956, no Quitandinha, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. A Miss Rio Grande Sul tinha 1m70, busto 95cm e quadris 96cm, que foi vaiada porque a preferida era Miss Distrito Federal Leda Brandão Rau. Maria José foi coroada pela Miss Brasil de 1955, Maria Emilia Correa Lima.

Maria José Cardoso na Travessa do Comercio, onde morou Carmen Miranda (Foto: O Cruzeiro)

Maria José Cardoso de traje de gala e maiô dourado (Foto: O Cruzeiro)

Na comissão julgadora estavam, entre outros, Miss Universo de 1930, Iolanda Pereira de Oliveira. Que era gaucha. É bom lembrar que Maria José Cardoso ficou no Top 15, do Miss Universo, cuja vencedora foi a norte-americana Carol Morris. Do alto dos seus 84 anos de idade, pois nasceu no dia 19 de março de 1935, ela morreu quinta-feira. Engraçado que Maria José nasceu em Santa Catarina e morreu em São Paulo, foi casada duas vezes e deixou dois filhos. De gaúcha apenas o titulo.

O Top 5 do Brasil Maria de Jesus Holanda do Ceará, Leda Brandão Rau do Distrito Federal, Luzia Aliete Borges do Pará, Maria José Cardoso, Regina Vieira de São Paulo, e Eli de Arevedo Pires do Estado do Rio (Foto: O Cruzeiro)

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