Fernando Machado

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Nos Bastidores da Política

Como todo medicamento, as vacinas são produtos importantes para o controle de doenças. Antes de chegar à população, porém, precisam passar por estudos realizados pelas empresas que desenvolvem o produto para a comprovação de sua qualidade, segurança e eficácia. No Brasil, a Anvisa é o órgão responsável pela avaliação e aprovação de solicitações para a realização de pesquisas clínicas com fins de registro e de pedidos de registro de imunobiológicos desenvolvidos pela indústria farmacêutica. No entanto, para que a Agência possa fazer a análise do produto, é necessário que as empresas demonstram interesse, registrando a solicitação de avaliação de estudo clínico ou de registro junto ao órgão.

O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, realizou quarta-feira, entrevista coletiva online com correspondentes estrangeiros. Participaram 19 jornalistas de diversos países para tratar de temas como o impacto da Covid-19 no setor de Minas e Energia, privatização da Eletrobras e mineração na Amazônia. A coletiva também contou com a presença do secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Rodrigo Limp, do secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Alexandre Vidigal, do secretário-adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Hélvio Guerra e do diretor do Departamento de Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural, Rafael Bastos.

A safra 2020/21 de cana-de-açúcar no Brasil deve chegar a de 642,1 milhões de toneladas, com leve retração de 0,1% em relação à temporada anterior. Com esse volume de cana, deve ser alcançado o recorde de 39,3 milhões de toneladas de açúcar. Desta forma, o Brasil se tornará o maior produtor do mundo por dois anos seguidos, com um crescimento de 32% em relação à última safra. Os números estão no 2º Levantamento da Safra 2020/21 de Cana-de-açúcar, divulgado pela Companhia Nacional de abastecimento quinta-feira. O consumo de etanol no Brasil diminuiu no primeiro semestre devido à menor mobilidade da população diante da pandemia. Com isso, uma parcela da cana que poderia ser destinada ao combustível reforçou a produção de açúcar.

Nossa cana-de-açúcar e o mercado dos EUA

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos anunciou quinta-feira, que os EUA aumentaram significativamente a exportação brasileira de açúcar bruto de cana-de-açúcar em 2020. Com efeito, imediato, mais de 64.000 toneladas adicionais estão prontas para entrar no mercado norte-americano com uma taxa de imposto reduzida até 30 de setembro de 2020. Este aumento terá um valor em aproximadamente US$ 34 milhões, representando um aumento de 34% em relação à exportação atual de mais de 152.000 toneladas – a maior alocação desde 2012 e 50% maior do que o próximo país exportador.

Embaixador Todd Chapman declarou: “Estou feliz por podermos avançar nossa parceria agrícola, oferecendo mais oportunidades para os produtores de cana-de-açúcar dos estados do Nordeste e do Brasil”. O novo total de mais de 230.000 toneladas de exportação de açúcar brasileira, com um valor estimado de quase US$ 100 milhões, será um grande benefício para os 65 mil produtores do Brasil, principalmente os 25 mil produtores de cana-de-açúcar no Nordeste do Brasil. A indústria açucareira brasileira sustenta cerca de 1 milhão de empregos diretos, dos quais 330 mil são do Nordeste.

RPQ lança Manuel prático da Cana-de-Açúcar

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Ricardo e Maria Digna Pessoa de Queiroz (Foto: Fernando Machado)

Apesar da concorrência desleal das chuvas de ontem o Museu do Estado esteve lotado de amigos para prestigiar o lançamento do livro do usineiro Ricardo Pessoa de Queiroz, intitulado Manual Prático da Cana-de-Açúcar onde o foco principal é o solo. Ricardo que é engenheiro químico e expert no asssunto, afinal das contas era da sua família a Usina Santa Terezinha, já está preparando o segundo volume agora sobre a cana-de-açúcar, propriamente dita.

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Joezil Barros, Margarida Cantarelli e Marcos Freire (Foto: Fernando Machado)

O Museu do Estado de Pernambuco foi criado em 8 de fevereiro de 1929, pelo Governador Estácio de Albuquerque Coimbra. Foi uma lei pioneira no Brasil, que autorizava o Governo a criar uma Inspetoria Estadual de Monumentos Nacionais e um Museu Histórico e de Arte Antiga. Pernambuco antecipou-se ao Governo Federal na defesa da memória nacional e na preservação do seu patrimônio artístico, histórico e cultural. Em 1930, o Museu instalou-se na cúpula do Palácio da Justiça, na Praça da República.

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Diana Pernambucano e Cristina Guimarães Ribeiro (Foto: Fernando Machado)

Em 1933 o Museu foi extinto, e de 1934 a 1940 o seu acervo ficou sob a guarda da Biblioteca Pública do Estado. Surge no País uma nova política sobre preservação de bens culturais e o Museu do Estado de Pernambuco é recriado. O palacete do século XIX, que pertenceu a Augusto Frederico de Oliveira, filho do Barão de Beberibe tornou-se sede própria do Museu do Estado de Pernambuco a partir de 1940.

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Rosa e Ricardo Guerra (Foto: Fernando Machado)

No começo do século XX, o prédio foi modificado com o acréscimo do segundo pavimento e, em dezembro de 1951, foi incorporado ao patrimônio do Museu um novo pavilhão, denominado de Anexo I, ampliando o espaço cultural para novas atividades. Em 1988, o Museu ganhou nova reforma, desta feita nos porões do casarão, e passou a oferecer ao público duas galerias de exposições temporárias.

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O cla Pessoa de Queiroz: Thereza, Ricardo, Luciana, Lucila, José Bisneto e Patrícia (Foto: Fernando Machado)

O Museu ocupa uma área de 9.043 m², com amplo estacionamento e jardins ornamentados com esculturas e vasos de cerâmica portuguesa. A entrada principal é guardada por dois grifos de bronze: cabeça de águia, corpo de leão e cauda de serpente. Estátuas de zuavos, isto é, soldados de infantaria francesa constituída na Argélia, cujo fardamento foi copiado por outras localidades, inclusive pelos voluntários da Pátria baianos que lutaram na Guerra do Paraguai (1865-1870).

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Maria Digna Pessoa de Queiroz e Tânia Borges (Foto: Fernando Machado)

Ladeiam a escadaria que nos leva ao terraço frontal do Museu, onde estão, em mármore, as Musas, que presidem as Artes: Memmosina, da memória e mais 7 das suas 9 filhas com ZeusJúpiter, que são: Euterpe, da música; Polímmnnia, a musa da retórica; Erato, da poesia; Melpomene, da tragédia; Tália, da comédia; Clio da história; e Calliope, da epopeia. No terraço lateral um canhão holandês, de bronze, com três metros de comprimento e, atrás do Museu quatro canhões da artilharia portuguesa, complementam a coleção de armaria.

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Sonia Freyre e Flávio Gadelha (Foto: Fernando Machado)

A sessão de autógrafos aconteceu no Espaço Cícero Dias, com uma decoração minimalista. Ricardo autografou os livros, com capa do artista plástico Flávio Gadelha e prefácio do acadêmico Frederico Pernambucano de Mello, sobre uma mesa de jacarandá do século XIX. Sobre ela repousava um vaso de heliconias vermelhas. Tudo muito elegante e glamouroso. Na entrada do salão uma peça chamada pão de açúcar, que media a produção do produto, e dentro dele feixes de cana-de-açúcar.

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Maria do Carmo Calado, Maria Digna Pessoa de Queiroz e Lúcia Tolentino (Foto: Fernando Machado)

O bufê, de a gente comer rezando, foi grifado pela Arcádia. No cardápio lagosta, cubinho de peru com ervilha torta ao molho curry, salame ao vinho do Porto camarão natural coni e molho oriental. Canapés de (camarão, salmão e gorgonzola), figo fresco com parmesão, lichia com creme chesse  e caviar, perola de ricota com espinafre ao molhos de queijo, damasco  creme de gorgonzola e passa de caju com fita de parma. Tudo isso regado com espumante Salton e uísque White Horse.

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Rinaldo Carvalho e Ivone de Paula (Foto: Fernando Machado)

Anotações do Cotidiano

No próximo dia 21, às 17h, empresário Ricardo Pessoa de Queiroz, estará lançando no Museu do Estado, o seu livro Manuel Prático da Cana-de-açúcar. A obra tem a parceria da Fundação Gilberto Freyre, do Sindicato da Industria do Açúcar e do Álcool e da Associação dos Produtores de Bioenergia do Mato Grosso do Sul.

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Francisco Gomes de Matos, Eduardo Carvalho e Ivon Pires (Foto: Andrea Rego Barros)

O linguista Francisco Gomes e Matos, professor Emérito da UFPE e presidente do Conselho da ABA Global Education assinou o texto do poster comemorativo aos 50 anos da AILA – Associação Internacional de Linguística Aplicada. O trabalho foi lançado terça-feira, durante congresso em Brisbane, na Austrália. A designer pernambucana Ane Cleide Silva foi quem fez o layout gráfico.

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