Fernando Machado

Blog

Tag Biblioteca

De Volta para o Passado

 

Há 210 anos, era criada no Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional. Frei Gregório José Viegas e padre Joaquim Dâmaso foram os primeiros dirigentes da Biblioteca. O projeto é engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar.

Há 115 anos, nascia no Rio de Janeiro, a poetisa Adalgisa Nery, que morreu no dia 8 de junho de 1980.

Há 90 anos, nascia na Bahia, o ator Geraldo Del Rey, que morreu no dia 25 de abril de 1993.

Há 85 anos, acontecia recital da declamadora amazonense Helmosa Fadoul, no Gabinete Português de Leitura. Em beneficio do refeitório de Moças Empregadas no Comercio.

Há 85 anos, nascia no Rio de Janeiro, a vedete Wilza Carla, que morreu no dia 19 de junho de 2011.

Há 75 anos, o presidente Getulio Vargas era deposto por um movimento militar. O presidente do STF, José Linhares, assumia provisoriamente. Era o fim do Estado Novo.

Há 70 anos, se apresentava na Rádio Clube de Pernambuco, o cantor Michel Allard, ainda pelas comemorações de aniversário.

Há 65 anos, o pianista austríaco Hans Graf (1928/1994) se apresentava na Rádio Clube.

Há 20 anos, morria em Pernambuco, o engenheiro Arlindo Pontual, que nasceu no dia 27 de março de 1932.

No Mundo das Artes

A Biblioteca Paulo Mendes de Almeida do MAM São Paulo está expondo cerca de 60 Livros de Artistas Plásticos brasileiros. A mostra fica em cartaz até 16 de fevereiro na Sala Paulo Figueiredo do Museu. A curadoria é Felipe Chaimovich. Entre os livros dos artistas temos Almandrade, Anna Bella Geiger, Antonio Dias, Betty Leirner, Dora Longo Bahia, Julio Plaza, León Ferrari, Marcius Galan, Nuno Ramos, Paulo Bruscky, Regina ilveira e Rosângela Rennó.

Mariana Pinheiro e Rita Azevedo (Foto: Divulgação)

Rita Azevedo e Mariana Pinheiro se debruçaram no livro Obituário Arquitetônico – Pernambuco Modernista (2007), de Luiz Amorim, e criaram dez estampas para os tecidos. A exposição Brise será aberta no próximo dia 22, às 19h, no Museu do Estado. Ela é formada por nove colunas de tecidos em algodão de 6,5 metros de comprimento e 90 centímetros de diâmetro, penduradas no salão central do espaço Cícero Dias, aproveitando a iluminação natural das clarabóias presentes no teto do museu.

Notícias de Sergipe

No próximo dia 20, o Centro Histórico de São Cristóvão será palco da tradicional confecção dos tapetes de Corpus Christi. Já nas primeiras horas da manhã, por volta das 5h, a população começará a mobilização, juntamente, com a equipe organizacional do evento, apoiados pela Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água, realizando os trabalhos. Vale ressaltar que a Missa de Corpus Christi está marcada para 15h e logo após acontecerá a procissão que passará por cima de todos os tapetes.

Os moradores da cidade se empenham na obra (Foto: Prefeitura de São Cristovão)

A Biblioteca Epiphanio Dória é tema de livro de Gilfrancisco Santos. Segundo o organizador da obra a pesquisa que originou a publicação conta à trajetória desde a criação da biblioteca e os porquês que levaram a instituição mudar seu nome. Passando de Biblioteca Pública Provincial, para Biblioteca Pública do Estado e, desde 1974, Biblioteca Epiphanio Dória. A obra foi editada pela Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe, cujo presidente é Ricardo Roriz.

Viva nossas mães!

Bibi Ferreira e sua filha Tereza Cristina em dezembro de 1953 (Revista O Cruzeiro)

Quero hoje escrever sobre as mães que foram abandonadas pelos filhos num asilo. Porém, eles devem não esquecer que vão ficar velhos também e certamente seus filhos vão jogá-los nos asilos. E lembro este poema de Bóris Pasternak: “Todas as mães, sem exceção, deram à luz grandes homens. E se a vida as enganou em seguida, delas não foi a culpa”.

Dona Santinha e o filho Manuel Bandeira em maio de 1953 (Revista O Cruzeiro)

Para Manuel Bandeira o livro mais precioso de sua biblioteca é um velho caderninho de folhas pautadas e capa vermelha, comprado na Livraria Francesa, na Rua do Crespo, 9, no Recife e em cuja página de rosto se lê: Livro de assentamento de despesas, de Francelina R. de Souza Bandeira“. Francelina era o nome de sua  mãe, todavia conhecida com Dona Santinha.

Carmen Miranda e sua mãe, Maria Emília Cunha, em dezembro de 1954 (Revista O Cruzeiro)