Fernando Machado

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Anotações do Cotidiano

O Presidente do Instituto Maximiano Campos, o imortal Antônio Campos recebendo muitos cumprimentos pelo artigo que escreveu, sábado, no Jornal do Brasil, no caderno Idéias & Livros, intitulado Por Uma Democracia Cultural.

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Sulamita Lóssio e Andre Valença só pensam em ventos (Foto: Cortesia)

André Valença e Sulamita Lóssio, integrantes da nova diretoria da Sociedade Brasileira de Angiologia, Cirurgia Vascular e Endovascular – Regional Pernambuco começa a se organizar para realizar uma série de eventos para o segmento no Biênio 2010- 2011.

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Fábio Bezerra, Elisio Moura, Renata Paiva e Tito Rosemberg em Olinda (Foto: Zilton Antunes)

O executivo Zilton Antunes ciceroneou o casal Renata Paiva e Tito Rosemberg (ele importante fotógrafo internacional, atualmente em temporada na casa que tem em Pipa, RN). Aproveitou para fazer um tour carnavalesco e de artes, no Recife e em Olinda.

Anotações do Cotidiano

Dione Oliveira Brach, Miss Brasil Mundo de 1959, que reside na Alemanha, adorou o artigo escrito pelo jornalista Muciolo Ferreira, neste blog sobre o Miss Universo 2009 . “Sou dsa mesma opinião e acredito que poucos poderiam ser tão claros e lúcidos para comentar o Miss Universo,” finalizou.

Amanhã no Paço Alfandega teremos mais uma feira de antiguidades Precioso Mascate. Entre os expositores estão Thereza Brennand, Liliana Figueiredo, Lorena di Carli, Rose Spinelli, Fernando Vila Chan, Carlos Benevides, Fernando Cascão, Rosana Lemos e Evelin Carvalho.

Vale a pena ler de novo

O jornalista alagoano Joaquim Alves escreveu em novembro, no seu blog, JAPRESS, uma matéria abaixo, que me chocou muito. É sobre o descaso para com a memória da colunsita social Cândida Palmeira. Uma colunista social que brilhou na bonita Maceió, em Alagoas e no Nordeste. E vou transcrevê-la, pois vai servir de meditação para muita gente. E missologo Daslan Melo Lima confessa: “Fernando, com a morte de Cândida Palmeira morreu uma biblioteca inteira da história sociocultural da minha querida Alagoas.”

“Dos seus bens e objetos de arte que enchiam seu apartamento, tão bem cuidado, pouco restou como lembrança, foi realizado um “leilão” até das cortinas e panos de cama. Os objetos de valor, como as jóias, a família levou como lembrança. Da memória mesmo, quem sabe falar são os catadores de papéis que recolheram quase meia tonelada de fotografias (delas em suas viagens, com amigos e das pessoas colunáveis em 40 anos). Hoje cedo, encontrei um catador de papel, em seu carrinho todo decorado com parte destas fotos, como painéis decorativos. Inclusive fotos da própria Candinha, tiradas por André Fon, Bob Wolfenson e outros profissionais da área. Estranha vida da Candinha, tão famosa, tão badalada e tão carente de afeto.”

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