Fernando Machado

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Perfil do Consumidor: Caroline Chung

A focalizada de hoje é uma figura humana sensacional. Em quase três anos no Recife conquistou todo mundo. Estamos nos referindo a ex-consulesa dos Estados Unidos, Caroline Chung que nasceu em Washington D.C. de uma família coreana. É formada em Literatura Inglesa pela Universidade Winsconsin. Fez MBA em Marketing pela Universidade de Vanderbilt, em Nasshville, no Tennessee. Trabalhou no setor de marketing das companhias aéreas Continental e da USAIR Ways.

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A elegante Caroline Chung (Foto: Fernando Machado)

Caroline que se casou com o cônsul Christopher Del Corso na Igreja de São Lucas, em McLean, na Virginia, no dia 28 de setembro de 2006, fez um intercambio em Moscou, e tem uma filha Caroline Rose. Nesse período morando no Recife, criou uma ONG, chamada Mulheres Internacionais do Recife, para cuidar de pessoas carentes. Caroline além de elegante é acima de tudo amiga e simpática.

Um nome que a história guardou – Há tantos. Mas uma das mais interessantes é o inventor do papel, Ts’ai Lun.

Um nome que a história vai guardar – Esther Duflo. Ela é uma das minhas inspirações atual. É uma economista que fundou o MIT Poverty Action Lab, e está tentando usar seu ‘expertise’ para combater a pobreza. Ela é incrível.

Qual a maior invenção do homem – Há tantas invenções tão importantes que elas têm redirecionado completamente o curso da história como o fogo, a roda, o alfabeto, adutoras, o ábaco. Eu não sei qual é a maior.

Qual a pior invenção do homem – Empréstimos subprime (Subprime loans).

Um livro de cabeceira – Tenho quatro livros na minha cabeceira, pois gosto de ler ao mesmo tempo. Eu tenho a Bíblia Católica, um livro de poesia, o The Omnivore’s Dilemma (sobre as manifestações de alimentos industrializados) e Badajás de Manoel Fernandes Maia (apesar do meu portugues não ser ideal).

Um escritor – Atualmente estou apaixonada por David McCullough e Michael Pollan.

Um (a) poeta – Gosto muito de Emily Dickinson, como estudei um pouco de poesia brasileira e admiro Mario de Andrade.

Um restaurante preferido – No Recife, não foi segredo que eu amei e quase sempre escolhi o La Cuisine.

O que não pode faltar na sua geladeira – Sempre gosto de ter uma geladeira cheia de verduras, legumes e frutas bem frescas. Eu amo doces e chocolates, mas não posso ter em minha geladeira pois eu ganharia 10 kg.

Comida que adora – Eu adoro toda comida, especialmente a orgânica ou ecoganica.

Comida que detesta – Eu gosto de toda comida. Só não gosto de desperdiçá-la.

Um filme inesquecível – Casablanca.

Um ator – Eu não tenho um favorito. Eu quase nunca vou para cinemas espero que cheguem na televisão. Mesmo assim citaria Sean Connery, Anthony Hopkins, James McAvoy ou Johnny Depp. Amo os atores antigos como Steve McQueen e Humphrey Bogart.

Uma atriz – Também não tenho preferências. Mas hoje, eu reservaria tempo para assistir um filme com Angelina Jolie. Gosto muito de Cate Blanchett, Keira Knightley, Kate Winslet e Julia Roberts também.

Um compositor – Gosto muito de Rachmaninoff e principalmente Chopin.

Uma música inesquecível – Em geral, eu amo a musica. Mas, brasileira é inesquecível e eu estou apaixonada por MPB, bossa nova e samba.

Um cantor – Não posso escolher só um. Frank Sinatra, Chico Buarque, Seal, Lenny Kravitz ou Sting. Mas amo os grupos como Linkin Park, Foofighters, U2 e Bon Jovi.

Uma cantora – Vou citar quatro: Diana Krall, Gwen Stefani, Sade e Katy Perry

O ponto turístico do Recife que recomendaria ao turista – No Recife mesmo – gosto do Marco Zero e de suas pontes. Fora do Recife, recomendaria Porto de Galinhas e o Nannai Resort.

Com quem gostaria de esbarrar pelas ruas do Recife – As voluntárias que doaram seu tempo e recursos na esperança de um dia a desigualdade ser coisa do passado. Eu sei que tem muito no Recife e eu meu desejo era encontrá-las para agradecer.

A palavra mais bonita na língua portuguesa – Eu não tenho as qualificações para responder de forma apropriada, mas acho “beija-flor”, muito bonita.

E a mais feia – Eu tenho duas palavras que eu considero mais feia na língua portuguesa, pois é em qualquer língua: pobreza e exploração (da criança ou mulher).

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