Fernando Machado

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Categoria Esportes

Fernando Reis se lembra da mãe

O recordista dos Jogos Pan Americanos na categoria acima de 105 kg do levantamento de peso olímpico, Fernando Reis, tem uma trajetória incrível dentro e fora do esporte. Com mais de vinte anos de carreira e 6 medalhas de ouro em competições representa o Brasil em vários lugares do planeta. Sua mãe, Silvia Reis, esteve sempre presente em sua vida.

Silvia Reis e o filho Fernando (Foto: Divulgação)

Fernando passou por diversas modalidades que são oferecidas dentro do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo, como judô, futebol e saltos ornamentais. Mas a paixão pelo levantamento de peso começou aos 10 anos, quando o irmão mais velho Horacio Saraiva, praticava o esporte. O então técnico, Edmilson Dantas, chamou o Fernando para treinar. Fernando conquistou o mundo com a sua dedicação e amor ao esporte.

Ayrton Senna by Robson Sampaio

Robson Sampaio, poeta pernambucano, membro da Academia Recifense de Letras e jornalista escreveu esse réquiem pelos 28 anos sem Ayrton Senna, em português e inglês. “Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor Velocidade! / Na última curva da Vida / Os deuses dormiam. / A morte, não! / A máquina insensível / Virou ferros contorcidos / E os anjos te encantaram… / Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor Velocidade! / Semideus das pistas / Semideus alado / Ave ferida, ave arrebatada / Ídolo e sonho dos mortais… / Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor / Velocidade! / A curva é o limite. / Deus dá, Deus tira. / E no circuito dos Céus / Na ultrapassagem de nuvens e estrelas / Você, Senhor Velocidade, / Fará todas as “Poles” e estará / No “Pódium” da Eternidade…”

Robson Sampaio e Ayrton Senna (Fotos: Divulgação)

“Fragile Man of Steel! / God is the weather and the time / You, Sir Speed! / On the last curve of life / The Gods were sleeping. / Death, no! / The insensitive machine / Turned into twisted metal / And the angels charmed you… / Fragile Man of Steel! / God is the weather and the time / You, Sir Speed! / Demigod of the tracks / Winged demigod / Wounded bird, bird snatched away / Idol and dream of mortals… / Fragile Man of Steel! / God is the weather and the time / You, Sir Speed! / The curve is the limit. / God giveth and God taketh away. / And on the track in the heavens / Overtaking amongst clouds and stars / You, Sir Speed! / Will take all the “poles” and will be / On the “Podium” of Eternity…”

O desafio da Farinha

Diante da quarentena muitas pessoas estão tendo a oportunidade de ter mais contato com as outras, principalmente pais e filhos. Para quem busca fugir do tédio de ter que ficar dentro de casa, uma brincadeira vem se tornando comum entre os ‘confinados’, o desafio da farinha. A proposta da brincadeira é reunir três pessoas próximas, sejam amigos ou familiares, em que um fica no comando e outras duas pessoas são submetidas a ter o rosto sujo de farinha de trigo, a partir de uma pergunta que é feita.

Luana Tenório (Foto: Dalila Olliver)

Segundo a dermatologista Luana Tenório, esta é uma brincadeira com muitos riscos, porque quando a pessoa está com a farinha no rosto e fala, há o risco de inalar o produto e aspirar a substância, podendo gerar inclusive uma pneumonia química. Ainda segundo Luana, o trigo em contato com o olho causa uma reação de corpo estranho, que pode causar desde uma leve irritação, até problemas mais graves como lesão na córnea.

Baile Vermelho e Branco

Resultou num sucesso a prévia Baile Vermelho e Branco promovida pelo Clube Náutico Capibaribe, sexta-feira. Os alvirrubros se esbaldaram ao som das bandas Pura Paixão, Patusco e Orquestra Maia. Foi uma noitada de pagode e de frevo. O ponto alto aconteceu quando Netinho subiu ao palco entoando seus maiores sucessos do axé dos anos 90.

Netinho com os organizadores da festa Hugo Arcoverde, Luís Júnior, Dirceu Paes e Mário Johnson (Foto: Ivaldo Reges)

O cantor baiano fez todo mundo relembrar, em duas horas de show, o bloco Leque Moleque, comandado por ele, e o Recifolia. Agradeceu ao povo pernambucano pelo carinho, afirmando que em Recife se sentia em casa. Uma volta grandiosa do tradicional Baile Vermelho e Branco e de Netinho aos nossos palcos.