Fernando Machado

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Réquiem para Marilene Silva

É com tristeza que comunicamos o falecimento, ontem em Macaé, no Rio de Janeiro, da cantora, atriz e advogada Marilene Silva. Um dos grandes nomes do nosso rádio, Marlene Pereira da Silva nasceu em Viçosa, Alagoas, em 7 de fevereiro de 1935. Começou cantando na Radio Difusora de Alagoas. Mocinha veio para o Recife e foi até a Radio Jornal do Commercio para fazer um teste. Foi aprovada e coube a Amarílio Nicéas mudar seu nome para Marilene Silva.

Marilene Silva, um nome que a historia guardou (Foto: Divulgação)

Começou como cantora e depois virou radioatriz. Quando a TV Jornal do Commercio foi inaugurada foi trabalhar no Canal 2. Atuou no programa Você Faz o Show de Fernando Castelão. Depois foi para a TV Rádio Clube, porque começou namorar Paulo Pessoa de Queiroz. Em 1970 trocou o Recife pelo Rio de Janeiro, onde concluiu seu curso de Direito, iniciado na Unicap. Em 1983, se casou com Paulo. Desde ontem que Marilene foi se encontrar com o amor de sua vida.

Madalena da Educação  

Madalena Rodrigues dos Santos (Foto: Instagram)

Uma nuvem de triste encobriu este blog, ontem, quando soube do falecimento de uma das mais competentes pedagogas de Pernambuco e quiçá do Brasil. Estamos nos referindo a Madalena Rodrigues dos Santos, que venceu na vida sem precisar de cotas. Estudou na Universidade Federal de Pernambuco e doutorado pela George Washington University. Atuou com competência na Secretaria de Educação de Pernambuco, foi professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco e emprestou seus conhecimentos ao Banco Mundial.

Madalena e Tânia Spinelli na casa de veraneio em Porto de Galinhas (Foto: Instagram)

Não sabemos distinguir qual era a melhor Madalena. Na sabedoria, na alegria, na bondade, na alegria ou na dignidade. Uma coisa é certa a educação ficou pequena sem Madalena Rodrigues dos Santos. Seu velório acontece hoje, no Cemitério Morado da Paz, em Paulista, a partir das 8h e ao meio dia será cremada. Madalena faz parte da história da Educação Brasileira. Tinha uma vitalidade incrível, viajou o mundo inteiro dando consultoria da área que ela mais gostava e reinava como ninguém. O blog está de luto.

O sorriso de Madalena era uma das suas marcas registradas (Foto: Instagram)

Flashes

Thereza Lapa Carneiro de Albuquerque, Ceça Muller, Margot Monteiro, anotadas no almoço de Hilda e Joel Queiroz.

Com tristeza comunicamos o falecimento, sábado, a co-fundadora do Grupo Moura, dona Maria da Conceição Viana Moura.

O cirurgião bariátrico Walter França participou, sábado, em Fortaleza do I Simpósio Norte/Nordeste de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco vai pagar auxilio alimentação para juízes e desembargadores. Agora pasmem: A partir de 2011.

As psicólogas Camilla Accioly e Eliane Ximenes, do Ide Cursos, estão coordenando Pós-graduação Atuação Psicológica em Transtornos.

 

Gisella Amaral: A dama do bem-querer

Uma nuvem de tristeza encobriu nosso blog, ontem, quando chegou a notícia do falecimento, no Rio de Janeira, da diva Gisella Amaral. Ela que lutava contra um câncer há muito tempo, era muito católica e sempre se reunia com as amigas cariocas para rezar o terço. Era uma lady, na verdadeira acepção do termo. Gisella era filha de uma pernambucana, dona Elvira que conheceu seu pai, o carioca Alfredo Amaral, casaram e foram morar no Rio de Janeiro.

Thereza Lapa, Cristina Cunha, Luis Augusto de Britto, Gisella e Sonia Amaral numa previa de carnaval em 1957 (Foto: Acervo de TLCA)

Gisella nasceu no Rio de Janeiro dia 26 de junho de 1940. Estudou com uma amiga/irmã Theresa Lapa Carneiro de Albuquerque no Colégio Sacré-Coeur de Marie do Rio de Janeiro. E foi por intermédio da amiga Theresa Lapa Carneiro de Albuquerque conheci a dama do bem-querer, no dia 12 de outubro de 2010, quando veio até o Recife divulgar o Câncer de Mama, promovido pela Roche e era a Madrinha Nacional.

Gisella Amaral com o marido Ricardo (Foto: Instagram)

A festa aconteceu na Arcádia de Boa Viagem e teve como madrinhas as senhoras Margot Monteiro, Lilian Nejaim Bandeira de Mello, Maria Celina Mota e Theresa Lapa Carneiro de Albuquerque. Domingo Theresa falou com Gisella via Zap e sentiu que seria a ultima vez, no final ela mandou esta frase: “Tequinha, eu cansei de viver”.

Gisella Amaral e o filho Ricardo ng (Foto: Lu Lacerda

A blogueira Lu Lacerda escreveu: “E assim partiu Gisella, deixando o Rio de luto. Era o símbolo do bem-querer!” Gisella era formada em Enfermagem e Jornalismo, mas especializou-se em servir ao próximo. Ela foi casada com o empresário Ricardo Amaral foi mãe de dois filhos Ricardo e Bernardo e avó de três netas.

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