Fernando Machado

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De Volta para o Passado

Há 275 anos, nascia em Portugal, o poeta Tomas Antônio Gonzaga, que morreu no dia 9 de abril de 1812.

Há 105 anos, era assassinado em frente ao Cine Helvética, o jornalista e ex deputado estadual Trajano Chacon, que nasceu no dia 18 de janeiro de 1879.

Há 100 anos, morria nos Estados Unidos, o industrial Andrew Carnegie, que nasceu no dia 25 de novembro de 1825.

Há 100 anos, nascia no Rio de Janeiro, a cantora Linda Rodrigues, que morreu no dia  1997.

Há 85 anos, era inaugurada, em San Francisco, na Califórnia, a prisão de Alcatraz.

Há 85 anos, nascia em Pernambuco, o ator José Pimentel, que morreu no dia 13 de agosto de 2018.

Leda Prysthon e Oscar Filipe (Foto: Divulgação)

Há 55 anos, acontecia no São Luiz a pré-estreia do filme Terra Sem Deus, filmado em Fazenda Nova, por Valença Filho, que morreu em 1962 de acidente de carro. Quem prosseguiu na rodagem da película foi o também pernambucano José Carlos Burle.

Há cinco anos, morria em Pernambuco, o executivo Pablo de Lucas Simon, que nasceu no dia 21 de janeiro de 1927.

Esquinas do Mundo

No dia 29 de maio vai ficar marcado para a cantora Jennifer Lopez. E o motivo é o processo que está sendo vítima por ter dado muita pinta num show com transmissão ao vivo em uma rede pública de TV do Marrocos. De acordo com o site TMZ, um grupo ligado à educação acusa a cantora norte-americana de “perturbar a ordem pública e manchar a honra e o respeito das mulheres”. Ela já tinha se apresentado no país, mas nunca com exibição pela televisão. Caso ela seja considerada culpada, o que não vai acontecer, a pena é de um mês a dois anos de prisão.

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Esta ponte em San Francisco, na Califórnia, é uma das mais bonitas do mundo (Foto: Cortesia)

O portal MSN.com apresenta as pontes mais bonitas do planeta. Para nossa tristeza não tem nenhuma brasileira. Para o site são estas: Stari Most (Bósnia e Herzegovina), Pacuare Eco Lodge (Costa Rica), Lynn Canyon Park (Canadá), Ponte U Bein (Birmânia), Ponte dos Suspiros (Itália), Golden Gate (Estados Unidos), Brooklyn (Estados Unidos), Tower Bridge (Inglaterra), Monteverde Extremo (Costa Rica), Ponte Valentré (França), Lions Gate (Canadá), Pont des Arts (França), Pont-Neuf (França), Millennium Bridge (Inglaterra) e Ponte Vecchio (Itália).

De volta para o passado

Há 300 anos, morria em Portugal, o militar Bernardo Vieira de Mello, que nasceu 23 de maio de 1669.

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Há 189 anos, Frei Caneca ouvia, na prisão no Recife, atualmente é o Arquivo Público, a sentença de sua morte.

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Há 110 anos, nascia no Rio de Janeiro, o compositor Lamartine Babo, que morreu no dia 16 de junho de 1963.

Há 110 anos, o bloco Cara Dura, era inaugurado na Rua Gervasio Pires, no centro do Recife.

Há 82 anos, era fechada a Confeitaria Glória, na Rua Nova com a Rua da Palma, onde no dia 27 de julho de 1930, João Pessoa foi assassinado.

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Há 75 anos, nascia nos Estados Unidos, o ator Sal Mineo, que morreu no dia 12 de fevereiro de 1976.

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Há 75 anos, morria em Pernambuco, o teatrólogo Samuel Campelo, que nasceu no dia 12 de outubro de 1889.

Há 70 anos, morria em Pernambuco, o Frei André Maria Pratt, que nasceu no dia 30 de janeiro de 1872.

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Há 65 anos, nascia nos Estados Unidos, a atriz Linda Lovelace, que morreu no dia 22 de abril de 2002.

Há 15 anos, morria em Portugal, o artista plástico Artur Bual, que nasceu em 1926.

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Há cinco anos, morria em Pernambuco, o medico Waldyr Cavalcante, que nasceu no dia 20 de abril de 1921.

Revolução & Noronha

“E eu pergunto: o Brasil sabe que parte dos revoltosos praieiros (os chamados “cabeças” da revolução”) foram mandados para Fernando de Noronha, condenados à “prisão perpétua a simples grau máximo?” Gente como o poeta e jornalista Jerônymo Vilela, o socialista Borges da Fonseca, Henrique Pereira de Lucena, Dr Felipe Lopes Netto (mais tarde, Embaixador do Brasil), o grande General Abreu e Lima, entre muitos outros.

Curioso é que Abreu e Lima teve a clarividência de observar o extraordinário meio ambiente da ilha e escreveu trabalhos formidáveis, que viriam a ser publicados pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e, por esse trabalho, foi considerado – por Vamireh Chacon, “o percussor da salvação de Fernando de Noronha como santuário ecológico”. Marieta Borges escreve sobre a Revolta Praieira, no seu livro Fernando de Noronha – Cinco Séculos de História. Como a História do Brasil foi injusta com Noronha???, conclui a pesquisadora.