Fernando Machado

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As bodas de Diamante de Marlene e Carlos Antônio

Marlene, padre Caetano e Carlos Antônio (Foto: Fernando Machado)

Marlene by Printing e Carlos Antônio Domingues da Silva by Ricardo Almeida festejaram suas bodas de diamante de casamento com uma missa de ação de graças, na Igreja de Nossa Senhora da Piedade, na Rua do Lima. A cerimônia simples, mas muito bonita foi presidida pelo padre Caetano Pereira Pereira. A igreja foi inaugurada em 4 de setembro de 1905 e a partir de 13 de fevereiro de 1912, teve como primeiro vigário, o Padre Manoel da Silva Ferreira.

Carlos Antônio e Marlene (Foto: Fernando Machado)

Claudia by Reynaldo Lourenço e Mauro Alencar by Giorgio Armani (Foto: Fernando Machado)

Primeiro tivemos o cortejo com os filhos, genro, noras, netos e bisneto, tendo como fundo musical Jesus Alegria dos Homens de Bach. E depois entrou o casal ao som de Primavera das Quatro Estações de Vivaldi. O ministério musical, excelente, foi Maestro Ricardo Farias. A primeira e a segunda leitura foram lidas pelo filho Carlos Antônio e pela neta Beatriz respectivamente.

Carlinhos e Renata Domingues (Foto: Fernando Machado)

Flávio Domingues com a filha Helena e o futuro genro Guilherme Menezes (Foto: Fernando Machado)

A homilia do Padre Caetano foi muito bonita e com recheio de descontração. Marlene e Carlos Antônio saíram do templo, com destino ao Armazém Blu’Nelle, onde teve a recepção, ao som da Pequena Serenata Noturna de Mozart. O cerimonial foi da Trevo de Josie Campello. Por sinal muito competente. A Blu’Nelle teve uma decoração da realizada pela Kato. A animação ficou com conta do DJ Magal.

Taciano e Beth Domingues (Foto: Fernando Machado)

Claudia Alencar, Miriam e Edyr Azevedo de Melo com Marlene Domingues (Foto: Fernando Machado)

O cardápio foi grifado pelo chef Wellington Correia e constou de lichia com creme de framboesa n acama de amêndoas, mini cuscuz paulista com camarão, folhadinho Philadelphia, mini quiche de cordeiro com geleira de menta, triangulo folhado de bacalhau com oliva negra, cone de queijos finos com geleia de pimenta, cestinha de gruyere ao perfume de canela, ninho de filé com alho poro e mostarda Dijon.

Célia Gomes e Ângela Souza (Foto: Fernando Machado)

Fabiana e Ricardo Melo (Foto: Fernando Machado)

Ainda camarão crocante ao molho de rapadura, rolhinho de pato com molho de damasco, musseline de bacalhau com alho poó, gratinado com granna padano, mini creme de siri com farofinha dedendê, salada de legumes grelhados, ravióli de queijos fino com comporá de figo e lâminas de amêndoas, na manteiga de manjericão, filé fatiado ao molho demiglace com trilogia de cogumelos e mini peras ao vinho.

Jacione e Francisco Assis (Foto: Fernando Machado)

Francisco Assis Filho e Marlene Domingues (Foto: Fernando Machado)

Também leques de abacaxi e cebolas holandesas ao caramelo, arroz com frutas secas, mil folhas de batatas com ervas de Provence, arroz de limão siciliano com alho poro. A frente do serviço impecável da Bru’Nelle estava os gerentes Eugenio Raimundo e Robson Pontes. Marlene e Carlos Antônio depois de ouvirem os tradicionais parabéns para você cantados por um coral de cerca de 100 vozes cortaram o bolo grifado por Mana Asfora.

Carmita e Etério Galvão (Foto: Fernando Machado)

Débora Andrade e Julianne Farias (Foto: Fernando Machado)

Viva Nossa Senhora da Paz!

Domingo, à noite tivemos o encerramento da Festa de Nossa Senhora da Paz, na Igreja do Largo da Paz. Às 17h, começou aconteceu saindo do templo e seguindo pelos arredores do bairro e até retornar até a Igreja de Nossa Senhora da Paz. À frente estava o pároco padre Cosmo Francisco do Nascimento. Quando o andor chegou ao átrio, do templo, os sinos repicaram e tivemos queima de fogos. É bom lembrar que os sinos foram inaugurados em março de 1928.

Padre Cosmo entregue à oração (Foto: Fernando Machado)

Padre Cosmo meditando (Foto: Fernando Machado)

O templo é datado do século XVIII, pois a comunidade de Afogados tinha uma capela, em 1785. Em maio de 1873, foi transformada na igreja de Nossa Senhora da Paz e no dia 6 de maio de 1873, virou paróquia de Nossa Senhora da Paz. Seu primeiro vigário foi o padre Cristovão de Holanda Cavalcanti. A igreja somente ficou concluída em 1787. De sua construção original, no estilo neoclássico, restou apenas à fachada, pois no dia 3 de junho de 1963 o templo desmoronou.

O começo da Santa Missa (Foto: Fernando Machado)

O diacono Heleno e padre Cosmo (Foto: Fernando Machado)

A missa solene foi presidida pelo Padre Cosmo Francisco do Nascimento. Ele entrou em procissão usando uma casula branca com a imagem de São José sob os aplausos da assembléia. O ministério musical foi com o Coral Regina Pacis regido pelo maestro João Batista de Melo. A comentarista foi Isabel Viana. A primeira leitura foi lida por Carol Pedrosa, o Salmo foi cantado por João Batista de Melo, e a segunda leitura coube a José Carlos Faustino.

O diacono Heleno observa padre Cosmo lavando as mãos (Foto: Fernando Machado)

Fátima Barata, Damiana Pereira, Marcelo Lima e Auzineide França (Foto: Fernando Machado)

A liturgia da palavra foi feita pelo diácono Heleno. E a homilia do Padre Cosmo foi linda demais. Somente quem tem intimidade com os céus poderia falar como Padre Cosmo. Começou pedindo Deus não se esqueça de mim. Deus não se esqueça de minha casa. Deus não se esqueça de abençoar minha família. Deus não se esqueça da minha Igreja. E isso ele pedia sem cessar que todos repetissem. Depois de muitas orações ele pediu respeito a Nossa Senhora e a nossa Igreja Católica Apostólica Romana.

Fátima Barata, José Carlos Faustino e Janice Marques (Foto: Fernando Machado)

Josiane Andrade e Auzineide França (Foto: Fernando Machado)

Encerrou cantando Com Minha Mãe Estarei: “Com minha mãe estarei na santa glória um dia / Ao lado de Maria / no céu triunfarei / No céu, no céu / com minha mãe estarei / No céu, no céu / com minha mãe estarei / Com minha mãe estarei / aos anjos se ajuntando / Do onipotente ao mando / hosanas lhe darei / Com minha mãe estarei / e então coroa digna / de mão tão benigna / feliz receberei / Com minha mãe estarei / E sempre neste exílio / de seu piedoso auxílio / com fé me valerei.”

Luciana Marques, Padre Cosmo e Tatiana Marques (Foto: Fernando Machado)

Vera Granja, Suzana Aguiar, Ritinha Bentinho, Maria Aguiar e Verônica Bentinho (Foto: Fernando Machado)

Encerrada a Santa Missa a assembléia reunida na Igreja cantou o Hino de Nossa Senhora da Paz (És a Nossa Padroeira, do teu povo protegido entre todos o escolhido para o povo do Senhor. És a Nossa Padroeira, Nossa Senhora da Paz, somo todos filhos teus, tua glória nos darás). Foi muito emocionante. E assim se passou a cerimônia religiosa com os olhos se enchendo de lágrimas e a cabeça repleta de fé, esperança e caridade. Balanço da noite: Padre Cosmo Francisco do Nascimento é mesmo o bom pastor.

O sim de Gabriela e Paulo

Paulo e Gabriela sendo abençoados pelo Padre Rinaldo (Foto: Fernando Machado)

A Igreja da Madre Deus é do estilo Maneirista e foi construída em  1720. Seu altar-mor é deslumbrante todo recheado de talhas barrocas do século XVIII. A Madre Deus é a mais antiga igreja do Recife. O seu lavabo de mármore de estremoz é considerado um dos mais bonitos do Brasil. No seu retábulo o destaque fica para a imagem de Nossa Senhora Mãe de Deus também século XVIII.

Os noivos seguindo pela nave central até o altar (Foto: Fernando Machado)

Quando a Igreja do Corpo Santo, a primeira instalada no Recife Antigo, foi demolida, todo seu acervo de imagens foi transferido para ela. Nessa igreja é majestosa, aconteceu o casamento, sábado, à noite, de Gabriela filha de Ana Claudia Lins Perez e João Luiz Dias Perez, e Paulo, filho de Maria de Fátima Wanderley de Andrade e Getúlio Tadeu Chaves de Andrade. A cerimônia foi presidida pelo Padre Rinaldo Pereira.

Rosa Mineiro Dias by Paulo Carvalho entre os netos Paulo Marcelo e Pedro Paulo (Foto: Fernando Machado)

A decoração grifada pela Donna da Casa deu um toque de mais beleza ao templo. A nave central virou uma jardineira de gypsophilas. Dois enormes arranjos de lírios, rosas, orquídeas, boca de leão e lysianthus brancos abriam espaço para o cortejo dos pais, dos 32 padrinhos e dos noivos até alcançar o altar. No altar quatro arranjos com as mesmas flores. O noivo, Paulo by Broosksfield muito elegante, surgiu na nave central da igreja, ao lado de sua mãe, Maria de Fátima by Gizela Silveira, tendo como fundo musical Hallelujah de Leonard Cohen.

Ana Claudia Lins Perez by Thays Temponi e Carolina Wanderley by Gizela Silveira (Foto: Fernando Machado)

Depois entraram Ana Claudia, muito elegante, by Thays Temponi e Getulio Tadeu. De repente os convidados ficaram de pé com os olhares para porta de entrada a fim testemunharem a noiva, Gabriela, linda usando um vestido da grife espanhola Pronovias, acompanhada pelo pai, João Luiz, by Ricardo Almeida, ao som da Ave Maria de Schubert e na seqüência Fascinação.

Mônica Sampaio by Paulo Carvalho e Nicole Dantas Perez by Paulo Carvalho (Foto: Fernando Machado)

A homília do Padre Rinaldo foi emocionante. Ele fala muito bem. Depois das fotos Gabriela e Paulo à frente do cortejo, seguiram pela nave central, ao som de Marry You de Bruno Mars. Outro casamento que marcou época no Recife. Amanhã, o blog escreverá como foi a maravilhosa recepção que os noivos ofereceram na Usina Dois Irmãos.

Norma Losada e Ana Maria Paiva, Regia e Roberto Maciel Lopes (Foto: Fernando Machado)

Missa de Réquiem para Janet Steiner

O altar da Igreja São Felix de Cantalice, no Convento dos Capuchinhos, no Pina, estava lindo com arranjos de hortênsias e rosas brancas, e como contraponto alstroemerias lilases para a missa de sétimo dia da senhora Janet Marie Steiner, realizada terça-feira. A cerimônia presidida pelo frei Claudio e o ministério musical foi com a voz e o teclado de Elias Antunes, excelentes. A musica de entrada foi “Tu, te abeirastes da praia, não buscaste nem sábios nem ricos, somente queres que eu te siga. Senhor, tu me olhastes nos olhos, a sorrir, pronunciaste meu Nomes, lá na praia, eu larguei, o meu barco, junto a Ti buscarei outro mar”

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Frei Claudio e dona Janet Marie Steiner (Fotos: Virginia Guimarães/Divulgação)

A primeira leitura foi proclamada pela filha de Janet, Virginia Marie Steiner Guimarães. Coube ao Frei Claudio, aclamar o Evangelho e fazer a homilia, que foi grandiosa. Explicou o significado da missa de sétimo dia. Fazia tempo que não ouvia palavras tão sabias e comoventes. Parabéns, Frei Claudio pois somente quem  tem intimidade com os céus pode interpretar tão bem os fatos bíblicos. A prece dos fiéis coube ao neto Camilo Steiner. Também tivemos a leitura de uma mensagem lida pela senhora Marisa Moura.

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Dona Janet Steiner e o altar da Igreja dos Capuchinhos (Fotos: Divulgação/Virginia Guimarães)

E no final Elias Antunes cantou “Se as águas do mar da vida / quiserem te afogar / Segura na mão de Deus e vai / Se as tristezas dessa vida quiserem te sufocar / Segura na mão de Deus e vai / Segura na mão de Deus / Pois ela te sustentará / Não temas, segue adiante e não olhes para atrás / Segura na mão de Deus e vai / Se a jornada é pesada e te cansas da caminha / Segura na mão de Deus e vai”. ” como escreveu Santo Agostinho: Eu somente passei para o outro lado do Caminho. Eu sou eu, vocês são vocês.” Janet deixou três filhos Frederico, Rosemarie e Virginia, oito netos e 12 bisnetos.

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