Fernando Machado

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Ferreira, Vernissage & Sucesso

Ferreira e Daniel Ben Helyahu (Foto: Fernando Machado)

A estilista Flora de Lima (Foto: Fernando Machado)

Jô Mazzarolo e Zinho Correia (Foto: Fernando Machado)

Quinta-feira o ateliê do artista plástico José Ferreira, em Campo Grande, estava lotado para prestigiar seu vernissage Pequenos Objetos. No térreo estavam à venda sandálias e esculturas. No primeiro andar, eram vendidas camisetas, louças, jeans, além de suas telas e esculturas. Ferreira recebia os amigos ao lado da maravilhosa Flora Lima.

Ana Claudia Melo, Igor Campos e Neila Guimarães (Foto: Fernando Machado)

Danielle Rios e sua filha Dora (Foto: Fernando Machado)

As peças do artista plástico José Ferreira são lindas. As camisetas são verdadeiras obras de arte. Os cinzeiros são maravilhosos. As louças com pinturas sensacionais merecem ser vistas e adquiridas para quem tem casa de campo, ou então para presentear aos amigos. Quem não foi na quinta-feira poderá ver tudo isso a partir de segunda-feira. Vale a pena, conferir.

Felipe Mendoza e Thina Cunha (Foto: Fernando Machado)

Kátia Mesel (Foto: Fernando Machado)

No tempo que por lá passei pude destacar Jô Mazzarolo, Lulu Pinheiro (que na próxima estará seguindo até Portugal visitar a filha e os netos), Vera Magalhães, Lailson, Betania Caneca, Rita Lima, Zinho Pontual, Leopoldo Nóbrega, Fátima Guerra, Lele da Fonte, Pedro Dias, Gustavo Travassos, Celecina Mnteiro, Vanusia Correa, Paula Caique, Lúcia Helena Gondra, Fátima Guerra.

Leopoldo Nóbrega e sua mãe, Maria do Carmo Xavier (Foto: Fernando Machado)

Lulu Pinheiro e Vera Magalhães (Foto: Fernando Machado)

Ricelle e Severino Mendonça (Foto: Fernando Machado)

Romero Duarte & Casa Cor PE

Para comemorar sua 19ª participação na Casa Cor PE e 30 anos de Casa Cor Brasil, a Romero Duarte & Arquitetos sintetizaram o espaço dentro da filosofia do seu escritório: exclusividade, desenho autoral, sofisticação e história. Com 68m², o ambiente engloba living principal com escada e wine/coffee bar. A sala, com sua atmosfera requintada, não se prende a modismos, mas se revela de maneira atemporal, cosmopolita e pessoal, valorizada pelo design assinado das poltronas cubos de Jorge Zalszupin, o sofá de Marcus Ferreira, poltrona Fat do estúdiobola e pela luminária de vidro de murano desenhada pelo nosso escritório.

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Romero Duarte dentro do seu living principal (Foto: Fernando Machado)

Com leve referência ao estilo Art Déco, reforçado pela presença de peças desta época e pela alusão do inconsciente coletivo das peças do mestre Marcus de Sertânia que remetem aos elegantes galgos tão presentes no Art Déco. Como recursos tecnológicos, além da iluminação em led em 360º, também foram utilizados painéis de madeira que se transformam em grandes caixas de som planas. No wine/coffee bar, Romero imaginou um espaço de degustação, onde tradição e história foram as diretrizes para nossa concepção. Uma impactante coleção de vidros franceses emoldura o móvel sobrepondo a estética à função utilitária.

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Elio Giusto um contraponto no mobiliário (Foto: Rogério Maranhão)

Neste apoio, Romero Duarte utilizou adegas, cafeteira, bebidas e todo suporte necessário para o que ele se propõe. Destaque para os lustres portugueses Art Noveau e mesa especialmente desenhada para homenagear minha mestra e irmã arquiteta Maria do Loreto. Na escada, a intenção foi preservar todo o acervo histórico do espaço e valorizá-lo via uma iluminação especial e contrapô-la com mobiliário desenhado por Sérgio Faher. No espaço temos uma homenagem a arquiteta Janete Costa, por meio da escultura de Elio Giusto, que fez parte de seu acervo pessoal e que atualmente se encontra no Instituto Ricardo Brennand.

Momento de Reflexão

Grupos de corais reunidos, sob a regência do Maestro Josias Gouveia, louvarão todas as mães e, em especial, a Mãe do Filho de DeusMaria – na próxima terça-feira, às 18h, na Basílica do Carmo. No programa as mais belas Ave Maria, incluindo as populares Ave Maria no Morro, Ave Maria Brasileira e Romaria. Quem quiser leve uma doação de alimentos não perecíveis.

Hoje, Dia de Corpus Christi, a exposição Quem é o Homem do Sudário? chegará novamente ao Brasil e será mostrada, inicialmente, na Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro. Para ajudar as obras sociais da Catedral, os visitantes podem levar um quilo de alimento não perecível. Uma escultura em bronze, em tamanho real, feita por Luigi Enzo Mattei, também vai poder ser observada.

Vernissage de Leo Santana

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Drummond, Léo Santana e Léo Peixoto em tempo de Copacabana (Foto: Fernando Machado)

O Museu do Estado, quinta-feira, recebeu uma exposição muito bonita, intitulada Do Outro Lado do Desenho, e cujo curador é Carlos Trevi, que mora em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, mas veio até o Recife, para prestigiar o vernissage. A mostra aconteceu no Espaço Cícero Dias, e foi dividida em dois espaços. No térreo, ficou a famosa escultura de Carlos Drummond de Andrade, cuja obra original está fincada na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. E no primeiro andar estavam 66 obras, sendo 31 esculturas de bronze, 25 desenhos e 10 aquarelas. O coquetel foi a base de aguardente, queijo de coalho e sorvetes.

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Carlos Trevi preferiu a proteção de São Sebastião (Foto: Fernando Machado)

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Andrew Melo e Heitor Falcão se dividiram entre Tiradentes e os Doadores de Órgãos (Foto: Fernando Machado)

O teto lembrava nuvens, feitas de voil, para quebrar o cinza das paredes. Seus desenhos falam, olham, movimentam-se, expressam-se como se vivos (e são) fossem. Carlos Trevi escreveu sobre ele: “Os olhos dos retratados trazem o brilho e as intenções da alma. O movimento e sensualidade dos corpos atrai os expectadores que, fascinados, parecem aguardar a possibilidade que se soltem do papel. Exímio paisagista e retratista tem na técnica do também mineiro Lorenzato, a inspiração para dar textura aos seus trabalhos de pintura. Em meio a tantas viagens para projetar e instalar suas esculturas públicas o artista se encanta com a cidade de Olinda, onde instala um segundo ateliê”.

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César Santos sentou-se ao lado de Carlos Drummond (Foto: Fernando Machado)

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Edgar Homem preferiu compor Os Amigos (Foto: Fernando Machado)

E prossegue: “Aqui, em terras pernambucanas, descobre as outras cores do Brasil e realiza o sonho de todo bom mineiro em ter o mar como vista da casa. O mar ele já tem. Só falta realizar um segundo sonho, a instalação de uma escultura em homenagem a Luiz Gonzaga, o nosso Rei do Baião. Pernambuco merece contar em seu acervo público com uma obra desse grande artista”. Leo até procurou a direção do Museu Cais do Sertão levando de baixo do braço uma maquete de Luiz Gonzaga. Saiu frustrado não se interessaram.

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Edson Menezes queria fazer parte do Encontro Marcado (Foto: Fernando Machado)

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Carlos Drummond olhando para Leo Silva (Foto: Fernando Machado)

Enquanto isso em Sergipe tem um monumento chamado Formadores de Nacionalidade, inaugurado no governo de João Alves, onde surgem esculturas de Zumbi, Tiradentes, Juscelino Kubitschek, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende, Hélio Pelegrino e Ulisses Guimarães. E em Alagoas também Leo Santana tem várias peças, como Graciliano Ramos, Aurelio Buarque de Holanda e no próximo mês entrega a escultura de Paulo Gracindo. Esta exposição já foi vista por 30 mil pessoas no Rio de Janeiro. No Recife a mostra ficará aberta ao publico até o dia 13 de março, quando segue para Aracaju e depois Belo Horizonte.

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A diretora do Museu Margot Monteiro e a presidente dos Amigos do Museu, Maria do Carmo Calado (Foto: Fernando Machado)

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O marchand Nelson Rossiter ficou entre dois painéis (Foto: Fernando Machado)

Detalhe importante as peças de bronze repousam em base de papelão. Como escreveu Carlos Trevi, “Seu intenso experimentar trouxe o aperfeiçoamento do escultor maduro. Suas esculturas em bronze, assim como seus desenhos, também falam, olham, expressam-se. A perfeição da sua técnica despertou o interesse de empresas, igrejas e prefeituras a encomendar obras para suas coleções, hoje espalhadas em quase todo o país”. No térreo ficou a dupla Israel de França ao violino e Daniel Bruno ao violão, arrasaram com um repertório notável. Adorei ouvir a Ave Maria de Gounot, Voltei Recife de Luiz Bandeira e Madeira que Cupim não Roí de Capiba.

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O violinista Israel de França, Leo Santana e o violonista Daniel Bruno (Foto: Fernando Machado)

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