Fernando Machado

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Fatos Diversos

O Mister Lins CNB de São Paulo, Max Souza, é casado com o prefeito de sua cidade, Edgar Souza. Por conta disso é vítima de muito preconceito. Mas o deus de ébano tem uma personalidade muito forte e não está nem ai. Seu objetivo agora é ser eleito Mister São Paulo CNB de 2019.

O Mister Lins, Max Souza (Foto: Divulgação)

O projeto Rock Rural, leia-se Guarabyra, Tuia Lencioni e o violeiro Ricardo Vignini, estará amanhã às 21h, no Cálidus, no Recife Antigo. A banda escolheu o Recife para o início de sua turnê, convidada pelo cantor e compositor Zé Renato para participar do seu projeto Sarau. É ele, inclusive, quem fará a abertura.

Mister Turismo Mundial de 2018

O deus de ébano Warley Santana (Foto: Concurso)

No dia 3 de fevereiro, no Auditorium Del Massimo, em Roma, na Itália, será realizado o primeiro concurso de beleza masculino de 2019. Estamos nos referindo ao III Mister Tourism World, com a participação de 34 candidatos. O vencedor receberá a faixa do Mister Tourism World de 2017, Joshua Lennet. Destacamos hoje Tycho Mortier da Bélgica e Warley Santana do Brasil.

Tycho Mortier da Bélgica (Foto: Concurso)

Sandro Barros lança coleção

Sandro Barros e Gloria Maria (Foto: Lu Prezia)

Resultou num sucesso o lançamento da coleção Savannah do figurinista Sandro Barros, que aconteceu quinta-feira, no seu ateliê no Jardim Paulista. A jornalista e deus de ébano Glória Maria foi uma das modelos do desfile. A beleza foi assinada por Junior Mendes em parceria com a MAC Cosmetics.

Dois looks de Sandro Barros (Fotos: Rafael Cusato)

A coleção Savannah traz tecidos de fibras naturais como linho, algodão e seda adornados por botões de osso e madrepérola. Colares e pulseiras exclusivos desenvolvidos pela designer Camila Klein, além das bolsas Isla, complementaram os looks em combinações únicas e modernas. Sandro Barros era só felicidade no final do desfile.

Gloria Kalil adorou o desfile (Foto: Lu Prezia)

Sonia Maria Campos: Miss Pernambuco 1958

Hoje, faz 60 anos que a deusa de ébano Sonia Maria CamposMiss Santa Cruz, era eleita nos salões do Clube Português do Recife, o concurso de Miss Pernambuco de 1958. Desfilaram no festival da beleza nove candidatas para um publico estimado em cinco mil pessoas. Era o tempo do glamour dos concursos de misses, que nunca mais voltará. Deste tempo restaram as lembranças.

As misses Universitários, Círculo Militar, Cabanga,  Jet, Português e Internacional (Foto: Diário de Pernambuco)

As candidatas foram Josefina Barreto do America, Ligia Villar do Cabanga, Maria Helena Padilha do Circulo Militar, Silvia Martins de Almeida do Clube Internacional do Recife, Maria de Lourdes Costa do Jet Clube, Louise Brendell do Clube Náutico Capibaribe, Sonia Maria Campos do Santa Cruz Futebol Clube, Iara Portella do Clube dos Universitários e Ingrid Hoffmann do Clube Português do Recife.

Sonia Maria Campos desfilando de vestido e maiô (Fotos: O Cruzeiro e Acervo do blog)

O concurso de Miss Pernambuco de 1958 foi coordenado por Alex, que também fez parte do júri. As misses foram maquiadas por Alberto Zampolioni, Hemê Pessoa e Mucio Catão, e penteadas pelos cabeleireiros Alécio, Alberto Zampolioni, Ernane e Aparecida. As misses tiveram como personal trainer Otavio Catanho.

Lygia Villar, Sonia Maria Campos, Louise Brendell, Josefina Barreto, Helena Padilha, Silvia Martins de Almeida, Lourdinha Costa e Iara Portella (Foto: Correio do Povo)

Já era manhã do domingo quando Zayra Pimentel, Miss Pernambuco de 1957 passou a faixa de Miss Pernambuco de 1958 para Sônia Maria Campos que usava um modelo criado por Marcilio Campos e confeccionado por Cecília Campos. No segundo lugar ficou Ingrid Hoffmann que nasceu na Paraíba e o terceiro com Louise Brendell recém chegada da Alemanha, que usou um modelo de Victor Moreira.

Louise Brendell, Zayra Pimentel, Silvia Martins de Almeida, Helena Padilha, Lourdinha Costa, Sonia Maria Campos e Iara Portela (Foto: Correio do Povo)

A vitória de Sônia foi contestada por ser mulata e ter vencido duas loiras. Em 1957, Sônia representando o Círculo Militar do Recife ficou no segundo lugar. O cronista social Altamiro Cunha, que não participou da comissão julgadora torceu por Sonia Maria Campos. Já o sociólogo Gilberto Freyre do júri não escondia que Sônia era a candidata mais pernambucana de todas. Eita tempo bom danado.