Fernando Machado

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O sim de Cristiane e Pedro Henrique

Cristiane e Pedro Henrique na hora do sim (Foto: Fernando Machado)

Cristiane e Pedro Henrique diante do bolo (Foto: Fernando Machado)

O general João Fernandes Vieira fez uma promessa que mandaria construir uma igreja caso, as forças luso-brasileiras vencessem a Batalha nos Montes das Tabocas, contra os holandeses, ocorrida em 3 de agosto de 1645. E depois da vitória ele cumpriu a promessa e ergueu a Igreja Nossa Senhora do Desterro. A 30 de abril de 1686 chegavam ao Recife os padres Carmelitas Descalços denominados Terésios tendo à frente Frei Manoel da Natividade. O governador João da Cunha Souto Maior. Recebeu-os para uma audiência.

Roberto Guerra, Fernando Tartaruga e Fúlvio Luna (Foto: Fernando Machado)

Na ocasião doou o templo votivo para os Teresianos. A partir daí a Igreja de Nossa Senhora do Desterro e o convento tomaram o nome de Santa Tereza. Os teresianos viveram em Pernambuco mais de um século, tornando-se suspeitos na independência do Brasil foram expulsos da Província em 1823. Na sua arquitetura há um contraste entre a parte externa e a interna. Dentro é de uma magnificência sem limites. Destaque-se um nicho cercado de ornamentações.

Barbara Ventura e Rafael Feitosa (Foto: Fernando Machado)

Em relevo esculturados em pedra, situado entre duas janelas do côro que dão para a fachada, podemos ver as imagens de Jesus, Maria e José. A Igreja de Santa Tereza é um momento de grande importância cultural e artístico. Monumento do século XVII, esse templo conserva externamente todas as características originais, de estilo maneirista e internamente possui um valioso e rico trabalho em talha dourada, com estilo rococó e belíssimos azulejos policromados.

Camila e Luiz Lubi (Foto: Fernando Machado)

Como em 1849 chegaram a Pernambuco as primeiras irmãs francesas, notasse que sua estadia ficou muito acentuada. A Via Sacra é escrita em francês. O Cruzeiro de Pedra que repousa frente à Igreja foi erguido em 1731. A partir de 1862 o local passou a ser administrado pela Santa Casa da Misericórdia. Foi neste templo rico de história que aconteceu o casamento de Cristiane, filha de Helen e Marcos Antônio Hazin Asfora com Pedro Henrique, filho de Maria de Nazareth e Fernando Antônio Brandão Tartaruga.

João Marcelo e o pai José Neves Filho (Foto: Fernando Machado)

A decoração de Rafael Santos serviu apenas para realçar ainda mais a grandiosidade do local. Rosas brancas, lírios (branco e fuxcia), lisiantos brancos, perpetuas, rosas spray, sorriso de Maria e folhagens de eucaliptos deram aquele toque de glamour à Santa Tereza. O fundo musical foi grifado pela Orquestra Maximus. O casamento foi conduzido pelos padres Tiaraju e Eraldo Germano. O noivo, Pedro Henrique by Via Venetto, ao lado da mãe, Nazareth seguiu até o altar ouvindo o tema do filme Star Wars.

Fernanda Tartaruga (Foto: Fernando Machado)

E ao som da Marcha Nupcial de Felix Mendelssohn, surgiu pela nave central a noiva, Cristiane linda by Sposa, à côté o pai Marcos Antonio. Quando Cristiane e Marcos Antonio estavam próximos ao altar ouvimos a musica mais linda da noite: Ave Maria de Gounod. Cristiane e Pedro Henrique deixaram a Igreja, rumo ao salão de festas do próprio templo, onde receberam os cumprimentos, ao som de Lucky uma canção da cantora Britney Spears.

Helen Jamil Khoury e Marcos Hazin Asfora (Foto: Fernando Machado)

No salão de festas estava muito bonito graças ao decorador Rafael Santos. A Orquestra Maximus tocou para as danças. O bolo de a gente comer rezando para Santo Antônio, era uma verdadeira obra de arte, com arranjos de flores, foi grifado por Eliane e Jane Asfora. Gostaria de lembrar que Pedro Henrique, é neto de um casal que brilhou muito nosso mundo social: Carmen e Antônio Tartaruga.

Nazareth Lins de Queiroz e filho Pedro Henrique (Foto: Fernando Machado)

O bufê grifado pela Anthurios, leia-se Gilson Abreu, constou de coquetel (frios e quentes), bobó de carne seca, crepe francês de frango ao creme de queijo, sinfonia marítima, risoto de frango defumado com brócolis, salada de bacalhau, rocambole (bacalhau e frango), rondelli de presunto e queijo. Tudo isso regado por uísque John Walker e espumante Gran Legado. O cerimonial foi grifado pela Da 11Fonte & Nadal Cerimonial e Eventos.

Isabela Tartaruga (Foto: Fernando Machado)

Thiago Martins e Ana Carolina Lima (Foto: Fernando Machado)

Quem foi para a Arcádia gostou do forró de lá

Sexta-feira, tivemos na Arcádia do Paço Alfândega, o XIX Baile dos Namorados, que tem a coordenação da diva e primeira dama do Recife, Cristina Quirino de Mello. Foi uma noitada maravilhosa e muito concorrida. Mais de duas mil pessoas foram embaladas com muito forró. Cristina em grande noite à cote o prefeito Geraldo Júlio de Mello Filho, fez questão de cumprimentar, de mesa em mesa, os que foram prestigiar a noite beneficente.

Geraldo Julio e Cristina (Foto: Fernando Machado)

Sheila Wanderley e João Alberto (Foto: Fernando Machado)

Ao entrar tomei um susto, pois pensava que a decoração remeteria aos folguedos juninos. O decorador de Limoeiro Carlos Cavalcanti, como Mercês Santiago ano passado, ele preferiu criar um ambiente romântico. Achei lindo o foyer, onde repousava uma mesa enorme com vasos de cerâmica com flores e tubos de vidros. No salão superior caiam do teto oito lustres de cristais, 20 bolas espelhadas e mais 20 abajures brancos.

Stenio Neiva Coelho e Isabela (Foto: Fernando Machado)

Ivo e Patricia Gomes (Foto: Fernando Machado)

A animação ficou por conta do Trio Mala e Cuia, os cantores Santanna, Elba Ramalho e Eliane, a Rainha do Forró. O evento beneficente reverteu a renda de R$ 140 mil para duas instituições sem fins lucrativos do Recife: a Casa do Amor e a Novo Caminhar. Gostei muito do Mala e Cuia, gostei e como gostei pois cantou musicas das velhas festas juninas. Por exemplo, Jackson do Bandeiro foi revido pelas suas músicas maravilhosas.

Karla e Álvaro Dantas (Foto: Fernando Machado)

Eliane Tenório e Manoel Carneiro (Foto: Fernando Machado)

Quando citaria “Convidei a comadre Sebastiana / Pra dançar e xaxar na Paraíba / Ela veio com uma dança diferente / E pulava que só uma guariba / E gritava: A, E, I, O, U, Y / Já cansada no meio da brincadeira / E dançando fora do compasso / Segurei Sebastiana pelo braço / E gritei, não faça sujeira / O xaxado esquentou na gafieira / E Sebastiana não deu mais fracasso / E gritava: A, E, I, O, U, Y”.

Katia Peixoto e Eduardo Henrique Oliveira e Silva (Foto: Fernando Machado)

Fausto Campos e Amanda (Foto: Fernando Machado)

De Santanna adorei Ana Maria “Eu dei um beijo / Eu dei um beijo / Eu beijei Ana Maria / Por causa disso / Eu quase entrava numa fria / Ana Maria tinha dono e eu não sabia / Mas quem diria pra bem dizer / Foi sem querer, mas terminou em confusão / A solução foi confundir o coração / Daí então fiquei na vida de ilusão / Agora adeus, Ana Maria / Deus te guarde para o amor / No céu Santa Maria / Aqui na terra o seu amor / Ana Maria / Ai como eu queria dar outro beijo / Matar o meu desejo / Ai como eu queria , Ana Maria.”

Katia Betmann e Silvio Meira (Foto: Fernando Machado)

Maria Eduarda Campos e Tomaz Alencar (Foto: Fernando Machado)

No cardápio, nada de comida da época, mas era de se comer rezando para Santo Antônio. Tinha pãozinho delicia de queijo, pastel napolitano, coxinha de galinha ao molho rose, navete com recheio de carne e azeitona com mostarda, tartalete de camarão, pastel de festa pernambucano, pérola de queijo, banquete de palmito, espetinho de frango com molho tártaro, dadinho de tapioca com geléia de pimental, cubos de carne de sol com linguiça, mini esfirra de calabresa e queijo mini quiche de alho poró, trouxinha folhada de frango com gergelim.

Cristina Mello ladeada pelos pais José e Terezinha Quirino (Foto: Fernando Machado)

Rebeca Maciel e Carlos Eduardo Santos (Foto: Fernando Machado)

No bufê montado pode degustar salada italiana, laminas de lombo marinado ao azeite e ervas, pimentões coloridos, lombo suíno assado com purê de maçã e molho, batata noisettes, couve de Bruxelas e farofa rica, torta de frango, rocombole folhado de bacalhau ao molho com quatro queijos, quiche de queijo. Para jantar rotolone de queijo brie e creme cheese, molho aos quatro queijos e risoto de camarão. Para sobremesa: merengue de chocolate, bolo Souza Leão e Bolo de Rolo.

Jonas, Elizabeth & Lanchas

Andrea Hatakeyama e Elizabeth Moura (Foto: Gleyson Ramos)

Resultou num sucesso o lançamento da Nx 380 HT Horizon, do estaleiro pernambucano Nx Boats, quinta-feira à noite, no Cabanga Iate Clube, no Pina. Os empresários Jonas Moura e Elizabeth Moura conseguiram reunir cerca de 200 pessoas apaixonadas pelo mundo náutico e representantes da empresa em diversos estados do país. A lancha, com capacidade para 18 pessoas e pernoite para seis, é a maior produzida pelo estaleiro e o primeiro modelo cabinado da empresa com teto solar elétrico.

O engenheiro naval Ricardo Rinaldo (Foto: Gleyson Ramos)

O barco, cujo projeto foi assinado pelo engenheiro naval Ricardo Rinaldo, possui ainda cozinha completa, com micro-ondas, frigobar, cooktop e ar-condicionado, além de móveis planejados e espaço gourmet com churrasqueira embutida. A ambientação da cabine é do arquiteto Humberto Zirpoli. O valor inicial da embarcação é de R$ 658 mil. O coquetel foi assinado pelo Caldinho do Nenen, a decoração by Silvio Medeiros e Fabiano Reis e a organização de Roseane Cabral.

José Augusto Lima Junior, Marcos Baptista e Jonas Moura (Foto: Gleyson Ramos)

Parabéns, Tibério Moreno!

Tibério Moreno de Siqueira ao lado de sua Margareth Farias reuniu os amigos para um jantar dos mais alinhados no Arcádia da Domingos Ferreira para comemorar seus 80 anos. A decoração muito bonita foi assinada por Ana Eduarda Chianca. A parte musical ficou por conta de Helena e Henrique, da Estilo Produções.

Tibério Moreno à côté Margareth Farias (Foto: Fernando Machado)

Jorge e Patrícia Petribu (Foto: Fernando Machado)

O bufê dos mais elogiados teve no jantar filé ao molho de madeira, camarão e rotolone. Meia noite um coral de 140 vozes cantou os tradicionais parabéns para você e em seguida o urologista Tibério Moreno de Siqueira cortou o bolo, de três andares, onde se lia 70+10, grifado por Cecília Chaves.