Fernando Machado

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Primeira Comunhão de Adrien

Adrien quando comungava e depois (Fotos: Instagram)

Meu sobrinho neto, Adrien, fez sua primeira comunhão sábado passado, na Igreja de Santa Mônica, em Manhattan, Nova York. Ela faz parte do complexo de três igrejas Santa Monica, Santo Estevão da Hungria e Santa Elizabete da Hungria. As três se tornaram uma porque a comunidade húngara que lá vivia foi embora do bairro.

Adrien ao lado dos colegas da escola (Foto: Instagram)

Adrien fez parte do grupo de 38 alunos da sua escola Santo Estevão da Hungria. A cerimônia religiosa foi conduzida pelo Padre Baker. Na missa do domingo Adrien foi coroinha e o padre mencionou que ele tinha feito a Primeira Comunhão. Os fiéis aplaudiram muito e ele ficou muito feliz. Adrien é filho de Marcela e Julien Vanegue.

Marcela, Julien, Louis, Adrien e Clovis (Foto: Instagram)

Recordar é Viver

No Carnaval do Clube Português Alcione Melo, Fernando Barreto, José Menezes, Luiz Bandeira e Marcelo Antunes (Foto: Acervo de Marcelo Antunes)

O jornalista David Nasser e o presidente Juscelino Kubitschek em junho de 1969 (Foto: Revista Manchete)

Na primeira Comunhão de Luciana Helena de Lima Cavalcanti, Clementina Duarte e Heliana Coutinho (Acervo: Heliana Coutinho)

A moda feminina de 1939 (Foto: Diário da Manhã)

 

N. S. do Livramento, Laís & Romero

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Lais e o pai, José Laércio no átrio da Nossa Senhora do Livramento (Foto: Fernando Machado)

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O belo altar mor da Igreja de Nossa Senhora do Livramento (Foto: Fernando Machado)

A atual Igreja de Nossa Senhora do Livramento, em estilo neoclássico, está localizada no centro do Recife e foi inaugurada no dia 9 de dezembro de 1882. O prédio do templo vinha sendo alvo de reformas contínuas e em 1830, a Irmandade decidiu demoli-lo e, em seu lugar, construir um templo suntuoso. Para tanto, a obra foi confiada ao mestre pedreiro Francisco José da Paz. Ante, existia uma capela datada de 1694, cuja evocação era a Nossa Senhora do Livramento dos Homens Pardos. A capela Mor foi pintada pelo artista plástico José Pinhão de Matos.

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Dom Bernardo Alves da Silva (Foto: Fernando Machado)

As torres da igreja são datadas de 1738 e foram obras do pedreiro Francisco José da Paz. Em 1743, Frei João Pedro batizou o sino com o nome de Martinho João do Livramento. Em 1832, colocou-se, no nicho da igreja, uma imagem de Nossa Senhora do Livramento, esculpida em pedra e em tamanho natural confeccionada por um santeiro pernambucano. Outro artista famoso, na época, Cândido Ribeiro Pessoa, foi encarregado, no ano de 1840, da douração do altar-mor e dos salientes laterais.

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Romero e sua mãe, Judith Marques da Costa Lima (Foto: Fernando Machado)

As talhas do templo atual foram grifadas pelo entalhador João da Costa Furtado, entre 1715 e 1717. Tudo indica que a porta da igreja foi entalhada em 1720. Na sua sacristia repousa um lavatório de pedra da Paraíba, uma obra de grande valor artístico. O teto é uma obra de arte em madeira, cobrindo toda a amplitude do salão, e apresenta traços que simulam os raios do Santíssimo.

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Dom Bernardo abençoando Romero e Laís (Foto: Fernando Machado)

No salão, pode-se apreciar dois grandes painéis sobre madeira, com um colorido queimado, que representam a Apresentação e o Desposório de Nossa Senhora. Também podemos admirar duas telas. A primeira retrata o mestre de Campo José de Vaz Salgado e, a segunda, um oficial desconhecido. Pois foi neste set repleto de tradição e história que aconteceu o casamento de Lais, filha de Arinêe Shamá Fulco Santos e José Laércio de Moura Santos com Romero, filho de Judith Marques da Costa Lima e Antônio de Pádua Guerra Moraes.

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Célia Bianchinni vei de São Paulo especialmente para o casamento (Foto: Fernando Machado)

A decoração da igreja foi grifada pela Dona da Casa, leia-se a arquiteta Ana Regina Carneiro Leão. Que usou tocheiros na nave central e arranjos no altar com rosas, orquídeas, lírios e lisiantos brancos. A cerimônia foi presidida por Dom Bernardo Alves da Silva, usando uma capa de harpeje dourada, cuja homilia foi linda. Leu a poesia Cântico das Núpcias, do beneditino mineiro Dom Marcos Barbosa (1915/1997), membro da Academia Brasileira de Letras. O poema começa com assim: “Nossos caminhos são agora um só caminho, nossas almas, uma só alma”.

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A antropóloga paulista Bernadete Moraes (Foto: Fernando Machado)

O ministério musical foi com o grupo Materia Prima, formado por músicos do Conservatório Pernambucano de Musica. Os 12 padrinhos da noiva atravessaram a nave central ao som de Primavera de Vivaldi e os 12 do noivo foram até o altar ouvindo Cine Paradiso. Romero by Aramis, entrou na igreja ao lado da mãe, Judith, ouvindo With or Without You. As portas do templo foram fechadas e abertas, com o repicar do sino, ao som da marcha nupcial e depois Ave Maria de Schubert, cantada pela soprano Randasse Rossiter, e surge Lais by Pro Nobias, ao lado do pai, Laércio.

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Maria Tereza Costa Lima com Dom Bernardo (Foto: Fernando Machado)

Na comunhão dos noivos ouviram a belíssima Oração de São Francisco. Lais e Romero saíram da igreja com destino a Arcádia de Boa Viagem, para receberam os cumprimentos, ao som de Accidentally in Love. O cerimonial impecável foi grifado por Luciana Brito. Lais e Romero seguem para lua de mel na Espanha. Amanhã escreverei sobre a recepção. A Igreja de Nossa Senhora do Livramento precisa ser descoberta para os futuros casamentos. Contatos pelo telefone 3224.5557.

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Maria Ana Andrade Lima e Maria Cecilia Guerra (Foto: Fernando Machado)

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Uma vista do coro da Igreja de Nossa Senhora do Livramento (Foto: Fernando Machado)

Viva São Félix de Cantalice!

Hoje, às 8h, na Basílica de Nossa Senhora da Penha, no centro do Recife, tivemos uma Missa Festiva para comemorar o encerramento dos 300 anos de canonização de São Félix de Cantalice. E neste ritmo de pompa e circunstancia foram encerradas as comemorações jubilares deste primeiro  santo capuchinho.  

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Freis Diniz, Francisco,  Barreto, Janailson, Thiago e França diante do altar  (Foto: Cortesia) 

A solene liturgia da Eucaristia foi presidida pelo Ministro Provincial, Frei Francisco de Assis Barreto e concelebra pelos confrades Frei Diniz Ferreira de Souza, Frei Thiago Filipe e Frei Luís de França, este último reitor da Basílica da Penha. O cerimonial foi com frei Janailson. O local onde aconteceu a cerimonia reliogiosa estava lotada de fiéis.

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Os fiéis não se contiveram e tocaram no relicário de São Félix (Foto: Cortesia)  

Após a sagrada comunhão,  Frei Luís de França abençoou o óleo de São Félix que é dado nas bênçãos a cada sexta-feira. Ao final, os fiéis receberam a bênção de São Félix e a unção com o óleo, seguiu-se com a procissão com a imagem do santo pelas ruas adjacentes à Basílica. Uma festa linda sem dúvida.

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Frei Luiz de França à frente da procissão pelo arredores da Basilica (Foto: Cortesia)

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