Fernando Machado

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De volta para o passado

Há 25 anos, morria na França, o comediante Grande Otelo, que nasceu no dia 18 de outubro de 1915.

Há 25 anos, morria no Rio de Janeiro, o compositor César Guerra Peixe, que nasceu no dia 18 de março de 1914.

Há cinco anos, morria em Pernambuco, Frei Fernando Cornélio, que nasceu no dia 19 de maio de 1951.

De volta para o passado

Há 105 anos, nascia no Rio de Janeiro, o compositor Vinicius de Moraes, que morreu no dia 9 de julho de 1980.

Há 80 anos, nascia em Pernambuco, o compositor Carlos Fernando Silva, que morreu no dia 1 de setembro de 2013.

Há 60 anos, o Santa Cruz ao vencer o Sport 4×1 foi campeão pernambucano de futebol de aspirantes. Os gols foram Fernando pelo Santinha e Walter pelo Sport. O tricolor jogou com Vitor, Breno e Sidney, Pissica, Clovis e Roberto; Renatinho, Fernando, Hildebrando, Joãozinho e Carlinhos.

Há 50 anos, Naida Lins Albuquerque era eleita, em São Paulo, Miss Objetiva do Brasil de 1968.

Julio Braga: Um nome que a história guardou

Há 25 anos, morria no Recife, Júlio Braga, pianista e compositor. Ele nasceu em Olinda, no dia 24 de abril de 1918. Era filho primogênito de Pedro Affonso da Silva Braga e Branca Faria da Silva Braga. Aos oito anos compôs sua primeira peça e aos dez fez seu primeiro concerto no Teatro Santa Isabel, no Recife. Júlio Braga estudou no Conservatório Pernambucano de Música e foi dedicado discípulo do reconhecido professor e pianista Manuel Augusto dos Santos. Já na década de 1930 realizava concertos por vários estados do país.

O notável pianista e compositor Julio Braga (Foto: Divulgação)

Em 1948, venceu o Concurso Philips da Holanda, realizado no Rio de Janeiro, por unanimidade entre os pianistas brasileiros, o que lhe abriu as portas para os concertos internacionais. Recebeu como prêmio uma viagem a Europa e do Governo Pernambucano, na época, Barbosa Lima Sobrinho, uma bolsa de permanência para aperfeiçoar seus estudos em Paris. Realizou concertos na França, Holanda, Inglaterra. Em seguida, apresentou-se na Venezuela, Porto Rico, Trinidad e Tobago e Estados Unidos, sempre recebendo as críticas mais favoráveis.

Julio Braga adolescente e adulto (Fotos: Acervo da Família)

Foi excelente intérprete de Bach, Mozart, Chopin, Claude Debussy, Prokofiev, Brahms, Schumann, Weber e, claro, Heitor Villa-Lobos. Além desse consagrado compositor, Júlio Braga sempre fez questão de incluir em seus concertos outros grandes compositores brasileiros, divulgando, assim, a boa música nacional em outros países. Suas atuações mais marcantes, no exterior, foram, sem dúvida, a do dia 25 de novembro de 1948, na Maison Gaveau, em Paris e a de 19 de julho de 1959, no Carnegie Hall, em Nova Iorque, onde apresentou, entre os clássicos costumeiros, o seu Allegro Apassionato.

O pianista Julio Braga em dois momentos de música erudita (Fotos: Acervo da família)

Ainda pelos Estados Unidos incluiu concertos no Carl Fischer Concert Hall e no Steinway Hall, ambos em Nova Iorque, além de apresentações na Florida e em Washington, DC, com elogiosa repercussão na imprensa. Durante alguns anos Júlio Braga foi lembrado e homenageado nos Concertos Olindenses, realizados na data de sua morte, com o apoio da Prefeitura de Olinda. Nessas ocasiões, sua música foi executada pela grande pianista pernambucana, Graciéte Câmara Quadros, sua amiga fraterna. O texto foi escrito pela professora de musica, Gedeane Costa.

Parabéns

Hoje, 07, Dia de Nossa Senhora do Rosário e Nacional do Compositor, aniversariam os executivos José Manoel dos Santos, Jáder Neto, Samuel Hartmann, Claudia Portela e Sheila Spalding Baron,

A primeira dama do Recife Cristina Quirino Mello (Foto: Fernando Machado)