Fernando Machado

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Recordar é Viver

No Carnaval do Clube Português Alcione Melo, Fernando Barreto, José Menezes, Luiz Bandeira e Marcelo Antunes (Foto: Acervo de Marcelo Antunes)

O jornalista David Nasser e o presidente Juscelino Kubitschek em junho de 1969 (Foto: Revista Manchete)

Na primeira Comunhão de Luciana Helena de Lima Cavalcanti, Clementina Duarte e Heliana Coutinho (Acervo: Heliana Coutinho)

A moda feminina de 1939 (Foto: Diário da Manhã)

 

Flashes

A diva da dermatologia Sarita Martins e Iranice Caribé adoraram o musical King Kong, na Broadway, em Nova York.

Emerson Pires e Carlos Malheiros passaram o Carnaval na Colômbia. Para eles o Recife é um carnaval o ano inteiro.

O Mister International vai incluir homens transgênicos no seu próximo concurso. Vai tirar o glamour do evento.

A procuradora Ana Karina Soares (Foto: Renato Filho)

O Premio Tacaruna Mulher, na categoria Atividades Jurídicas, que será entregue no próximo dia 13, vai para a procuradora Ana Karina Soares.

A Federação Espírita Pernambucana vai realizar, amanhã, às 19h30, palestras com Ângela Menezes, e Kátia Gomes.

Hoje, às 19h30, na Igreja do Salesiano, temos a missa de 7º dia da senhora Clarice de Lucena Rangel. Era uma figura humana notável.

O carnaval inesquecível de Roberto Macedo

Todos os meus carnavais são inesquecíveis, pois nasci numa terça-feira da folia e amo me divertir nessa época. Salvador é uma cidade muito festeira. Durante todo o verão é como se houvesse um eterno Carnaval. Festas todos os dias. Haja fôlego. Gosto sempre de rever as fotos, e aí me lembro dos momentos, tornando-os inesquecíveis.

Roberto no desfile dos Filhos de Gandhy (Foto: Instagram)

Mas, vou destacar um ano em especial: Era 2011 e o domingo era meu aniversário, 6 de março, dia que nem sempre cai na folia. Mas quis marcar 2011 saindo em vários blocos, indo a festas e marcando a minha estreia num dos mais tradicionais da Bahia: Filhos de Gandhy.

No esquente para enfrentar os Filhos de Gandhy (Foto: Instagram)

Foi inesquecível. Quando o desfile começou e todos cantavam Ajeumbó, desabei a chorar. Era emoção demais. Felicidade que se repetiu nos dois dias seguintes de desfiles do bloco. E, desde então, sempre que posso, tenho saído no Gandhy. O jornalista e missologo baiano Roberto Macedo.

Confetes & Serpentinas

Graças a Deus o Carnaval do Recife tem ainda, os blocos líricos, senão nossa tradição estava destruída.  Quem tem o frevo, o maracatu, e o caboclinho não precisa importar ritmos estrangeiros. Somente para lembrar, o compositor Matias da Rocha (1864/1907), leia-se o hino do nosso Carnaval, Vassourinhas, nem sei se ainda é, nunca foi homenageado no nosso Carnaval. Fiquei emocionado ao ouvir, sábado, no desfile do Bola Preta, no Rio de Janeiro, Vassourinhas. Foi arretado.

Leonardo Dantas pensando no carnaval  do Recife (Foto: Mariana Dantas)

O carnavalesco e pesquisador Leonardo Dantas Silva escreveu no seu face: “Neste Carnaval de 2019, o frevo não teve vez no palco do Marco Zero, o espaço nobre foi cedido para grupos mais representativos do nosso Carnaval, a exemplo de Paralamas do Sucesso, Alcione, Monobloco, Leci Brandão, Jota Quest, Zezé Mota, Tony Tornado… — Segundo os que fazem à Prefeitura do Recife, sem eles não há Carnaval!”