Fernando Machado

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De volta para o passado

Há 120 anos, nascia nos Estados Unidos, o gangster Al Capone, que morreu no dia 25 de janeiro de 1947.

Há 100 anos, morria no Ceará, a beata Maria Araujo, que nasceu no dia 24 de maio de 1862.

Há 70 anos, o Sport ao vencer o America, 2×0, na Ilha do Retiro, em segunda partida da melhor de três era campeão pernambucano de futebol de 1948. Os gols foram de Amorim. O Sport jogou com Manuelzinho, Chicão e Givanilton; Vavá, Alheiros e Zago; Zildo, Arquimedes, Varejão, Dega e Amorim. O América com Russo, Cido e Almir; Procópio, Zai e Astrogildo; Julinho, Teles, Buarque, Toia e Evaldir.

A Cepe lança É Campeão!

Sábado, na Feira Nordestina do Livro, aconteceu o lançamento da coleção É Campeão! Editado pela Cepe. Organizada pelo jornalista e escritor Marcelo Cavalcante, a obra é composta por oito biografias: as nadadoras Adriana Salazar e Joana Maranhão, o nadador para olímpico Ivanildo Vasconcelos, a jogadora de handebol Samira Rocha, o treinador de basquete Roberto Dornelas e os jogadores de futebol Chiquinho, Kuki e Zé do Carmo.

Adriana Salazar e seu biografo Lenivaldo Aragão (Foto: 2por4Fotografia)

Marcelo Cavalcante e escreveu sobre Kuki (Foto: 3por4fotografia)

Meu amigo Lenivaldo Aragão escreveu o de Adriana Salazar. Em sua fala, a nadadora Joanna Maranhão destacou a relevância do trabalho: “É motivo de orgulho para o esporte pernambucano poder ter um registro de nossas conquistas e o que tem por trás disso, todo o suor que a gente não consegue contar. O livro humaniza e aproxima as pessoas de nossas histórias”. Cada livro impresso custa R$ 15,00 e o E-book R$ 5,00. Mais informações no www.cepe.com.br.

De Volta para o Passado

Há 115 anos, o fotografo Louis Piereck, inaugurava na Rua Rosa e Silva, 39, o seu ateliê fotográfico The Modern Photograph.

Há 110 anos, no velódromo Pernambucano, o tunisiano Abdul Aziz (Leão Balduino) 27 anos vencia a luta contra Antônio Portugal.

Há 85 anos, chegava ao Recife, pelo vapor Aratmisbó, o campeão mundial de yo-yo, Joe Rollands.

Há 80 anos, acontecia no Teatro de Santa Isabel Festival Uyara de Goyaz.

Uyara de Goiaz e Francisco Alves (Fotos: Diário da Manhã)

Há 80 anos, era inaugurado o Cassino do Grande Hotel do Recife, com o show de Francisco Alves.

Há 35 anos, morria em São Paulo, o locutor Edson Leite, que nasceu no dia 4 de julho de 1923.


Há 20 anos, morria na Bahia, o técnico Aimoré Moreira, que nasceu no dia 24 de fevereiro de 1913.

Há 60 anos o Brasil era Campeão do Mundo

Hoje faz 60 anos, que o Brasil ao vencer a Suécia por 5×2, no Estádio Rásunda, em Estocolmo, era campeã mundial de futebol pela primeira vez. Era uma seleção de dar gosto aos brasileiros. A Copa começou em 8 de junho e terminou em 29 de junho de 1958. Com a participação de 16 seleções, na sua maioria européia: Suécia, Alemanha Ocidental, Áustria, França, Republica Tcheca, Hungria, União Soviética, Iugoslávia, Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales. Pela América Latina estavam o Brasil, a Argentina, o México e o Paraguai.

A delegação brasileira que foi até Suécia (Foto: O Cruzeiro)

Castilho, Dida e Didi (Foto: O Cruzeiro)

Dino Sandi, Djalma Santos e Garrincha (Foto: O Cruzeiro)

No primeiro jogo, o Brasil venceu a Áustria por 3 x 0. Os gols foram de Mazolla (2) e Nilton Santos. No segundo o Brasil empatou com a Inglaterra em 0 x 0 e no último o Brasil venceu a União Soviética por 2 x 0. Os dois gols foram do pernambucano Vavá. Começa as Quartas de Finais. No dia 19 de junho Brasil venceu o País de Gales por 1 x 0. O único gol foi de Pelé. Chega a semifinal e o Brasil vence a França por 5 x 2. Os gols foram de Vavá, Didi e Pelé (3). Finalmente aconteceu a final e o Brasil vence a Suécia, novamente por 5 x 2. Os gols foram de Vavá (2), Pelé e Zagalo.

Gilmar, Joel e Mauro (Foto: O Cruzeiro)

Mazzola, Moacyr e De Sordi (Foto: O Cruzeiro)

Nilton Santos, Oreco e Orlando (Foto: O Cruzeiro)

Terminada a Copa do Mundo de 1958, Pelé marcou 6 gols, Vavá 5, Mazzola 2, Didi, Nilton Santos e Zagallo 1. Daquela seleção estão vivos apenas seis craques: Dino Sani, Zagallo, Pelé, Moacir, Mazzola e Pepe. O nosso capitão foi um só para toda a competição. O bonito, educado e elegante Bellini. Seu pai era descendente de italiano e caminhoneiro, que não queria o filho fosse jogador de forma alguma. E Bellini excursionou como barbeiro, para enganá-lo. Foi dele o gesto imitado pelos demais capitães: Levantar a Jules Rimet.

Pelé, Pepe e Vavá (Foto: O Cruzeiro)

Zagalo, Zito e Zózimo (Foto: O Cruzeiro)

Bellini ergendo a Jules Rimet em Estocolmo e Bellini o eterno galã (Fotos: Manchete/Marcelo Carvalho)

Nossa seleção era composta por Castilho (1927/1987), Capitão Bellini (1930/2014), Gilmar (1930/2013), Djalma Santos (1929/2013), Dino Sani (1932), Didi (1929/2001), Zagallo (1931), Oreco (1936/1985), Zózimo (1932/1977), Pelé (1940), Garrincha (1933/1983), Nilton Santos (1925/2013), Moacir (1930), De Sordi (1931/2013), Orlando (1935/2010), Mauro (1932/2002), Joel (1931/2003), Mazzola (1938), Zito (1932/2015), Vavá (1934/2002), Dida (1934/2002), Pepe (1935) e o técnico: Vicente Feola (1909/1975).