O Baile do Deus Morto

A obra multidisciplinar de Flávio de Carvalho (1899/1973), expoente do modernismo brasileiro, será homenageada em exposição na Galeria Almeida e Dale. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli, a mostra abre hoje, e reúne registros das polêmicas performances do artista, além de pinturas e desenhos produzidos entre 1930 e 1970. Para marcar a abertura, às 11h30, o Teatro Oficina faz uma apresentação única de trecho da peça O Baile do Deus Morto.

O sociólogo Flavio de Carvalho quando saiu de saiote em São Paulo (Foto: Divulgação)

Escrita pelo artista em 1933, a obra discorre sobre a tragédia da morte de deus e apresenta a vida criativa do homem livre de mitos. Com direção de Marcelo Drummond, os 12 atores da Companhia encenam com a musicalidade característica do Oficina e vestem as réplicas das máscaras criadas por Flávio. Após a encenação, as máscaras serão expostas para o público na mostra individual, em cartaz na Galeria até o dia 19 de outubro.