Fernando Machado

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Trajes Típicos ou Fantasias

O traje típico vencedor do Miss Universo foi a Miss Laos, On-anong Homsombath, um horror (Foto: Concurso)

A coordenação do concurso de Miss Universo tem que definir as regras para o desfile de trajes típicos. Pois atualmente as misses estão aderindo a alegorias, ou melhor, fantasias. A Miss Curaçao, Akisha Albert, estava impecável no seu traje. A Miss Espanha, Ângela Ponce, soube tirar proveito de uma espanhola linda. Também gostei do traje de Miss Zâmbia, Melba Shakabozha.

Misses Curaçao Akisha Albert e Espanha Ângela Ponce (Fotos: Concurso)

Miss Zâmbia Melba Shakabozha acertou mas, Miss México Andréa Toscano lembra uma alegoria de escola de samba (Fotos: Concurso)

Até os bofes e bofonecas estão exagerando nos desfiles. O filólogo alagoano Aurélio Buarque de Holanda explica que fantasia é uma obra de imaginação; vestimenta que se usa no Carnaval. Já o traje típico é um traje habitual de uma região. As misses do Brasil deveriam ir de baiana, de gaucha, de cangaceira, de índia, de passista, etc.

Mayra Dias, do Brasil, usou essa fantasia de Parantins (Fotos: Concurso)

Gudrum Bjarnadottir é a Miss International 1963

As candidatas visitando a Disneilandia (Foto: O Cruzeiro)

Há 55 anos, acontecia no Long Beach Municipal Auditorium, em Long Beach, na Califórnia, a eleição de Miss Beleza Internacional de 1963. O host foi Lorne Greene anunciou a vencedora Gudrum Bjarnadottir, da Islandia, que foi coroada pela atriz Arlene Dahl. Participaram do concurso 46 candidatas. No top 15 ficaram Gulseren Kocaman (Turquia), Rina Krusvik (Suécia), Aida Mercado Cordero (Porto Rico), Monina Meddinilla Yllana (Filipinas).

Algumas candidatas de traje típicos no Porto da cidade (Foto: Manchete)

Também Elaine Miscall (Nova Zelandia), Olive Ursula White (Irlanda), Marion Zota (Alemanha), Martha Ligia Restrepo González (Colômbia), Tania Mara Franco de Souza (Brasil), Tricia Maralyn Reschke (Austrália), Guorun Bjarnadottir (Islândia), Diane Westbury (Inglaterra), Xenia Doppler (Áustria), Joyce Bryan (Estados Unidos) e Choi Too-mi (Coreia).

Outras candidatas de trajes tipicos (Foto: Manchete)

A Miss Simpatia foi Catherine Paulus, de Luxemburgo. Miss Áustria, Xenia Doppler, foi eleita Miss Fotogenia e Mais Belo Traje Típico. E o resultado final ficou assim: 5º lugar Choi Yoo-mi da Coreia, 4º lugar Joyce Bryan (Estados Unidos), 3º lugar Xenia Doppler (Áustria), 2º lugar ficou Diane Westbury da Inglaterra e a vencedora foi Guðrún Bjarnadóttir da Islandia.

Foto oficial das candidatas (Fotos: Manchete)

As participantes foram: Argentina Susana Cukar Cuhan, Austrália Tricia Reschke, Áustria Xenia Doppler, Bélgica Monique Bourgeois, Bolívia Maria Lozada, Brasil Tânia Mara Franco da Souza, Canadá Marlene Leeson, Ceilão Christina Selvanayagam, Colômbia Martha Restrepo González, Dinamarca Birgitte Heiberg, Republica Dominicana Norma Guzmán Simó, Equador Tania Valle Moreno, Inglaterra Diane Westbury, Finlandia Anneli Rautala, França Marie-Josée LeCocq, Alemanha Marion Sybille Zota.

O top 15 (Foto: O Cruzeiro)

Ainda Grécia Emi Zanou, Holanda Catharina Lodders, Islândia Gudrun Bjarnadóttir, Irlanda Olive Ursula White, Israel Ester Kfir, Itália Anna Rispoli, Japão Shizuko Shimizu, Jordânia Doris Haj, Coreia Choi Yoo-mi, Luxemburgo Catherine Paulus, Marrocos Andrée Picard, Nova Zelândia Elaine Miscall, Nicaragua Claudia Díaz, Noruega Martha Tunge, Panamá Mariela Aguirre, Paraguai Maria Quesada, Peru Esperanza Moy Ramírez,

Foi o host Lorne Greene quem colocou o manto em Guorun Bjarnadottir (Foto: O Cruzeiro)

E Filipinas Monina Medinilla Yllana, Porto Rico Aida Mercado Cordero, Escócia  Wendy Barrie, África do Sul Martie Claassen, Espanha Encarnación Zalabardo, Suécia Riina Krusvik, Taiti Mareta Tuihaa, Turquia Gulseren Kocaman, Uruguai Susana Casañas Méndez, Estados Unidos Joyce Bryan, Venezuela Norah Duarte, País de Gales Christina Fryer e a Antilhas Joan Martin.

Tania Mara Franco de longo e maiô (Fotos: O Cruzeiro)

 

Anthony Clarinda é o Mister Universo de 2018

Kevin Montes entregando a faixa para Anthony Clarinda (Foto: Concurso)

Anthony Clarinda com a faixa e o troféu e ao lado de Roberto Flores (Foto: Concurso)

O Anfiteatro Puerto Plata, localizado em Santo Domingo, na Republica Dominicana, sexta-feira à noite estava lotado para assistir a escolha do Mister Universo de 2018 (Men Universe 2018). Mas, somente nas primeiras horas de sábado é que foi conhecido o vencedor. E pela primeira vez, em 11 anos, de realizações, um negro vencia o festival de beleza masculino. Estamos no referindo ao deus de ébano Anthony Clarinda, de Curaçao.

Jason Brj, Bradley Zee, Sebastian Gasañol, Anthony Clarinda, Jaime Betancourt e Samuele Carenzi (Foto: Concurso)

O Mister Universo de 2018 tem 1m98 de altura, nasceu no dia 24 de julho de 1998. Anthony é muito elegante e estiloso, só tem um defeito não sabe rir para os fotógrafos. Ao ser proclamado vitorioso não conseguiu esconder o entusiasmo e gritou de alegria e deve ter chorado. O cenário pobre e a transmissão péssima não dava para fazer uma boa reportagem. Participaram do evento 37 jovens, pois quatro desistiram.

O Top 12 em traje de gala (Foto: Concurso)

Depois de desfilarem de sunga com direito a rebolado e traje típico o diretor Roberto Flores anunciou o Top 12: Daniel Basualto (Chile), Anthony Clarinda (Curaçao), Bradley Zee (Holanda), Amit Mehra (Índia), Samuele Carenzi (Filipinas), Abraham Urdaneta (Ilha Margarita), Pétr Koulka (Republica Checa), Edisson Tineo (Republica Dominicana), Jason Brj (Tunisia), Rony Smolyaev (Ucrânia), Sebastian Gasañol  (Uruguai) e Jaime Betancourt (Venezuela).

A explosão de alegria de Anthony Clarinda sendo aplaudido pelo uruguaio (Foto: Concurso)

Então eles desfilaram de traje de noite e foram entrevistados. Então Roberto Flores chama o top 6: Sebastian Gasañol  (Uruguai), Anthony Clarinda (Curaçao), Jaime Betancourt (Venezuela), Samuele Carenzi (Filipinas), Jason Brj (Tunisia) e Bradley Zee (Holanda). Também tivemos a entrega dos seguintes prêmios: Melhor Traje Típíco Anthony Clarinda (Curaçao), o mais fotogênico Lalou Sitayeb (França), o mais elegante foi Abraham Urdaneta (Ilha Margarita), e o que melhor desfilou foi Jean Claude de Silva (Peru).

Mister Uruguai Sebastian Gasañol o melhor corpo (Foto: Concurso)

E finalmente foi divulgado o resultado final: em 6º lugar Bradley Zee (Holanda), em 5º Jason Brj (Tunisia), em 4º Samuele Carenzi (Filipinas), em 3º Jaime Betancourt (Venezuela), em 2º Sebastian Gasañol  (Uruguai) e em primeiro lugar Anthony Clarinda (Curaçao) que recebeu a faixa do Mister Universo de 2017, Kevin Montes. Senti falta de Leandro Tejeta da Argentina, Daniel Basualto do Chile, Antônio Pareja da Espanha, Evan Daniel Peix de Guadalupe, Christopher Murillo da Ilha de Coco, Amit Mehra da India, Riccardo Pagan da Italia e Jon Rive de Porto Rico. Depois farei um post sobre eles.

O mais fotogênico foi Mister França Lalou Sitayeb (Foto: Concurso)

O mais elegante foi Abraham Urdaneta, Mister Ilha Margarita (Foto: Concurso)

O traje típico mais bonito foi de Anthony Clarinda, Mister Curaçao (Foto: Concurso)

Ângela Vasconcelos: Miss Brasil de 1964

A foto oficial das candidatas (Manchete)

Há 54 anos, acontecia no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, o concurso de Miss Brasil de 1964. Um publico estimado em 20 mil pessoas testemunhou a vitória Ângela Vasconcelos, Miss Paraná, ser coroada pela Miss Brasil e Miss Universo de 1963, Ieda Maria VargasTelma Lobo de Carvalho (Amazonas) foi eleita Miss Simpatia e Maria Isabel de Avelar Miss Fotogenia e o melhor Traje Típico. Ângela tinha 1m70 de altura, 90cm de busto, 93cm de quadris, 64cm de cintura, e 58kg de peso.

Ângela Vasconcelos  e Vera Lucia Couto de traje típico e vestido (Fotos:Manchete Cruzeiro)

Maria Isabel Avelar de traje típico e vestido, Cecilia da Rocha do Rio e Neli Padilha do Rio Grande do Norte (Fotos: O Cruzeiro)

A comissão julgadora foi composta por Pomona Politis, Justino Martins, Tonia Carrero, Accioly Neto, Mitzy de Almeida, Almeida Magalhães, Oscar Santamaria, Edith Pinheiro Guimarães, Helio Beltrão, Eda Luttis, Leão Velloso e Edilson Cid Varela. Os apresentares foram Paulo Max Marly Bueno. No top 9 ficaram Ana Maria Carvalhedo (Ceará), Vera Lucia Couto (Guanabara), Marilia Dirceu da Silva (Minas Gerais), Angela Vasconcelos (Paraná), Ana Maria Costa Caldas (Pernambuco),  Cecilia Rangel Martins(Rio de Janeiro), Neli Cavalcanti (Rio Grande do Norte), Rosa Maria Galas (Rio Grande do Sul) e Maria Isabel de Avelar (Sergipe).

Ana Maria Costa Caldas de traje típico e vestido de noite (Fotos: Manchete e Cruzeiro)

O top 9 Ceará, Rio Grande do Norte, Guanabara, Paraná, Sergipe, Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais (Foto: Manchete)

Na classificação final tivemos em 5º lugar Neli Cavalcanti (RN), em 4º lugar Ana Maria Caldas (PE), em 3º lugar Maria Isabel de Avelar (SE), que representou o Brasil no Miss Mundo, em Londres; em 2º lugar Vera Lucia Couto (GB) que nos representou no Miss Internacional, em Long Beach; e a Miss Brasil de 1964 foi Ângela Teresa Reis Vasconcelos, que concorreu a Miss Universo, em Miami.

Vera Lucia, Ieda Vargas e Ângela Vasconcelos; Ieda coroando Ângela (Fotos: O Cruzeiro e Manchete)

Angela Vasconcelos, Vera Lúcia Couto, Inês Avelar e Ana Maria Costa (Foto: O Cruzeiro)

Participaram do concurso 24 jovens: Laura Aranha (Acre), Teresinha Granja (Alagoas), Telma Carvalho(Amazonas), Elvira Falcão (Bahia), Ana Carvalhedo (Ceará), Marli Igliori (Distrito Federal), Justina Ramos (Espírito Santo), Eny Camilo Machado (Goiás), Vera Lucia Couto (Guanabara), Tereza Boblitz (Maranhão), Kátia Escudero (Mato Grosso), Marília Dirceu Silva (Minas Gerais), Maria Esther Bentes(Pará).

Maria Isabel Avelar, Ana Maria Caldas, Regina Almeida e Marília de Dirceu (Fotos: Manchete e Cruzeiro)

Eny Machado, Telma Carvalho, Tereza Boblitz e Elvira Falcão (Fotos: O Cruzeiro)

Ainda Rosalma Andrade (Paraíba), Ângela Vasconcelos (Paraná), Ana Maria Costa Caldas (Pernambuco), Maricildes Ferreira da Costa (Piauí), Cecília Rangel Martins Rocha (Rio de Janeiro), Neli Cavalcanti Padilha (Rio Grande do Norte), Rosa Maria Gallas (Rio Grande do Sul), Regina de Almeida (Rondônia), Salete Maria Chiarad (Santa Catarina), Cecília Alves Ferreira (São Paulo) e Maria Isabel de Avelar (Sergipe).

Olha a passarela do Maracanãzinho em forma de armadura (Foto: O Cruzeiro)