Fernando Machado

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Fatos Diversos

Hoje, às 17h, na Academia Pernambucana de Letras, leia-se a presidente Margarida Cantareli, acontece o projeto O Canto Virtuoso. Vão se apresentar Nadja Sousa (soprano), Gauss Lins (tenor), Rachel Casado (pianista) e Felipe Clóvis da Silva (moderador).

A Cultura Inglesa, à frente Roberto Gueiros, onde todos os professores têm certificados pela Universidade de Cambridge iniciou o período de matrículas para 2018. Suas unidades receberam investimentos voltados para a área de Multimídia e Tecnologia da Informação.

Anotações do Cotidiano

Três anos após ter lançado o seu espetáculo solo O Som da Vida, com sucesso de público e crítica, o músico, cantor e dançarino Lucas dos Prazeres retorna amanhã, às 19h, no Espaço O Poste, na Rua da Aurora, com a apresentação maturada, para colocar em evidência o seu potencial como arranjador e percussionista, explorando a cultura que conhece bem: cocos, maracatus, cirandas, sambas e capoeiras em catarse através do triângulo canto-percussão-movimento.

Foto: Beto Figueiroa Data: 06/11/2014 Ass: Lucas e a Orquestra do Prazeres.

Lucas dos Prazeres se apresenta amanhã no O Poste (Foto: Beto Figueiroa)

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A cerimonialista Cláudia Matarazzo no Mar Hotel (Foto: Mário Ameni)

Hoje, às 15h, no Mar Hotel, a expert em etiqueta e na arte de receber, Claudia Matarazzo, lança Casar sem Frescura e apresenta coleção Aquarela desenvolvida pela equipe de designers da Porcelana Schmidt e assinada por ela. A ação faz parte do workshop Cerimonial em Casamento e Quem Casa Recebe. Quem participar do encontro concorre a um kit completo da linha de Porcelana assinada por Cláudia.

Missa de Réquiem para Alex

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A casa onde morou Alex e em frente a Igreja do Bom Pastor (Foto: Fernando Machado)

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Uma visão do altar com o padre Francisco Demontier (Foto: Fernando Machado)

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Uma tela de Alex, diante do altar, foi rodeada pelos seus afilhados (Foto: Fernando Machado)

A Igreja do Bom Pastor, pertence a CNBB, e que já foi São Vicente, é século 18. Seus vitrais lindos são noruegueses e as imagens, devem ser datadas do século 18. Pois bem, foi nesse cenário espetacular que aconteceu, sexta-feira, às 19h30, a Missa de Sétimo dia do meu mestre de crônica social Alex, ou José de Sousa Alencar. A cerimônia foi presidida pelo Reitor do Santuário do Coração Jesus, Padre Francisco Demontier foi linda e teve como fundo musical, por sinal, nota 10, a voz e o violão de Arnaldo Andrade.

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Sheila Wanderley e o único colunista social da noite, João Alberto (Foto: Fernando Machado)

O canto de entrada foi Tudo é do Pai: Eu pensei que podia vier por mim mesmo/ Eu pensei ques as coisas do mundo /Não iriam me derrubar / O orgulho tomou conta de meu ser / E o pecado devasto o meu viver / Fui embora, e disse: ó Pai, dá-me o que é meu! / Dá-me a parte que me cabe da herança / Fui pro mundo, gastei tudo / Me restou só o pecado / Hoje sei que é meu / Tudo é do Pai”.

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Márcia Souto Carvalho e Marta Perez Dubeux (Foto: Fernando Machado)

A primeira leitura foi lida por Luciana Barros.  O Salmo Responsarial foi “Eu sei que tu me sondas / Sei também que me conheces /  Se me assento ou me levanto / Conheces meus pensamentos / Quer deitado ou quer andando / Sabes todos os meus passos / E antes que haja em mim palavras / Sei que em tudo me conheces / Senhor, eu sei que tu me sondas / Senhor, eu sei que tu me sondas / Senhor, eu sei que tu me sondas / Senhor, eu sei que tu me sondas”.

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Gracinha Guimarães Martinet e Iara Dubeux (Foto: Fernando Machado)

Depois o padre Demontier aclamou o Evangelho, e leu João (14, 1-6), assim como a homilia, e que homilia. Foi forte e linda demais. Foi um verdadeiro poema de valor à vida. E cantou O que é, O que é, de Gonzaguinha “Eu fico com a pureza das respostas das crianças: / É a vida! É bonita e é bonita! / Viver e não ter a vergonha de ser feliz, / Cantar, A beleza de ser um eterno aprendiz / Eu sei / Que a vida devia ser bem melhor e será, / Mas isso não impede que eu repita: / É bonita, é bonita e é bonita! / E a vida? E a vida o que é, diga lá, meu irmão?”.

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Jorge José Santana e Carmen Peixoto (Foto: Fernando Machado)

Depois desta aula de felicidade e alegria, tivemos a leitura dos fiéis lida por cinco afilhados do Alex. Arnaldo Andrade cantou Meu Coração é para, e ele começou assim “Alex é para Ti, Senhor. / Alex é para Ti, Senhor. / Alex é para Ti, Senhor  / Alex é para Ti / Porque Tu me deste a vida, / por que Tu me deste o existir / porque Tu me deste o carinho, / me deste o amor”.

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O arquiteto Elisio Moura (Foto: Fernando Machado)

O canto de comunhão foi A Oração de São Francisco: “Senhor, fazei-me / instrumento de vossa paz / Onde houver ódio, que eu leve o amor / Onde houver ofensa, que eu leve o perdão / Onde houver discórdia, / que eu leve a união / Onde houver dúvida, que eu leve a fé / Onde houver erro, que eu leve a verdade / Onde houver desespero, que eu leve a esperança / Onde houver tristeza, que eu leve a alegria / Onde houver trevas, que eu leve a luz”. “Ó mestre, fazei que eu procure mais / Consolar, que ser consolado / Compreender, que ser compreendido / Amar, que ser amado / Pois é dando que se recebe / É perdoando que se é perdoado/ E é morrendo que se vive para a vida eterna”.

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Padre Francisco Demontier quando aclamava o Evangelho (Foto: Fernando Machado)

E encerrou com Padre Zezinho: “Que nenhuma família comece em qualquer de repente / Que nenhuma família termine por falta de amor / Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente / E que nada no mundo separe um casal sonhador! / Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte / Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois / Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte / Que eles vivam do ontem, do hoje em função de um depois / Abençoa, Senhor, as famílias! Amém! / Abençoa, Senhor, a minha também”.

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Fábio Fiorenzano à côté a vereadora Isabella de Roldão (Foto: Fernando Machado)

E como o Papa da Crônica Social gostava de escrever o elenco dos que estavam nos eventos. E vou fazer isso aqui. Entre outros,  anotamos Assis Farinha, Carmen Peixoto e Jorge José Santana, Cláudio Gurgel do Amaral, Cristina Guimarães, Dalva e Roldão Joaquim dos Santos, Dulcinha Gueiros Leite, Eliane Souto Carvalho, Elisio Moura, Eurípedes Salazar, Fernando Farias, Geralda Farias, Glória e Albuquerque Pereira.

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José David Gil Rodrigues e Muciolo Ferreira (Foto: Fernando Machado)

Ainda Gracinha Guimarães Martinet, Heliane e Geovane Tenório, Ielson Torres, Isabella de Roldão, Iara Dubeux, Jackson Matias, João Alberto e Sheila Wanderley, José David Gil Rodrigues Filho, Márcia Souto Carvalho, Moacir Freire, Muciolo Ferreira, Nilton Alves, Ricardo Guerra, Roberto Zaidan, Socorro Pinto, Telma Vasconcelos, Timoteo, Tutty e Sérgio Moury Fernandes.

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Moacir Feire e Ielson Torres (Foto: Fernando Machado)

O canto coral perde M. Bezerra

É com muita tristeza que informamos o falecimento ontem, do maestro e arranjador M. Bezerra, aos 89 anos de idade. Ele que durante muitos anos dirigiu o Coral do Carmo do Recife, autor de músicas que veneram Nossa Senhora do Carmo e, a bastante conhecida do povo recifense, Novena e a Missa Solene Flos Carmeli, que é cantada todos os anos por ocasião da festa da nossa padroeira do Recife.

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O grande maestro, compositor e regente M. Bezerra (Foto: Cortesia)

“Sua vida é a própria história do canto coral. Seus sentidos são os compassos, notas e tonalidades. Sua alma é e será sempre a música, em especial o canto.” O canto coral no Recife fica órfão com a partida de Bezerra. Fica a nossa saudade. . . e com certeza Nossa Senhora do Carmo já o acolheu junto ao seu filho Jesus! Como bem disse Toinho Silva. Seu enterro acontecerá hoje no Cemeterio Morada da Paz.

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