Fernando Machado

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Muni entra na história

O prefeito Geraldo Julio e a primeira dama Cristina (Foto: Fernando Machado)

O governador Paulo Câmara e a primeira dama Ana Luíza (Foto: Fernando Machado)

O último e o 56º Baile Municipal do Recife, do prefeito Geraldo Julio de Mello Filho e da primeira dama Cristina Quirino de Mello, foi colossal. Mais de 13 mil foliões caíram na folia, no Classic Hall.  As globais Bianka Carvalho e Mônica Silveira foram as hostesses do baile. Cristina sempre uma figura notável estava espetacular num modelo produzido pela Sarça e pintado pela artista plástica Polyanna Ferreira.

O secretário Antônio de Pádua Cavalcanti e Lailah Bressani (Foto: Fernando Machado)

O brigadeiro Cesar Faria Guimarães e Taciana Moura (Foto: Fernando Machado)

Segundo os organizadores a renda chegou a quase meio milhão de reis, que será destinada para a Creche Beneficente Amiguinhos, o Instituto de Assistência Social Dom Campelo, o Centro Social Dom João Costa, a União de Mãe de Anjos, a Tribo Indígena Carijós do Recife e a Fundação Alice Figueira. Desde 2013, o arrecadou cerca de R$ 3,65 Milhões distribuídos para 45 instituições filantrópicas.

O desembargador Stenio Neiva Coelho e Isabela (Foto: Fernando Machado)

O executivo Enrique Ambrósio (Foto: Fernando Machado)

Homenageados do Carnaval deste ano, o Maestro Edson Rodrigues e o Bloco das Flores foram muito festejados. A Orquestra de Edson Rodrigues abriu o espetáculo. Não sei se tocou o hino do Carnaval de Pernambuco, Vassourinhas de Mathias da Rocha (1864/1907) e Joana Batista Ramos (1877/1952). Gostei muito do Coral de Edgard Moraes, que apresentou aquelas músicas que levavam o publico ao delírio.

Sheila Wanderley de arranjo from Las Vegas e João Alberto (Foto: Fernando Machado)

Jô Mazzarolo e Angélica Tasso (Foto: Fernando Machado)

Valores do Passado de Edgar Moraes (1904/1974) “Bloco das Flores, Andaluzas, Cartomantes / Camponeses, Apôis Fum / e o Bloco Um Dia Só / Os Corações Futuristas, Bobos em Folia / Pirilampos de Tejipió / A Flor da Magnólia / Lira do Charmion, Sem Rival / Jacarandá, a Madeira da Fé / Crisântemos Se Tem Bote e / Um Dia de Carnaval / Pavão Dourado, Camelo de Ouro e Bebé / Os queridos Batutas da Boa Vista / E os Turunas de São José / Príncipe dos Príncipes brilhou / Lira da Noite também vibrou / E o Bloco da Saudade, assim recorda tudo que Passou”. Mexeu com meus velhos carnavais.

Desembargador Mauro Alencar e Claudia (Foto: Fernando Machado)

Brigadeiro Rodrigo Santos e Leila Lucena (Foto: Fernando Machado)

Outro frevo que sempre toca na pernambucanidade é Madeira que Cupim não rói, do grande Capiba (1904/1997): “Madeira do Rosarinho / Vem à cidade sua fama mostrar / E traz com seu pessoal / Seu estandarte tão original / Não vem pra fazer barulho / Vem pra dizer e com satisfação / Queiram ou não queiram os juízes / O nosso bloco é de fato campeão / E se aqui estamos, cantando essa canção / Viemos defender a nossa tradição / E dizer bem alto que a injustiça dói / Nós somos madeiras de lei que cupim não rói”.

Ana Nery e Rômulo Meneses (Foto: Fernando Machado)

Katia Betmann e Silvio Meira (Foto: Fernando Machado)

Ainda subiram ao palco do Classic Hall, Gustavo Travassos, Gerlane Lopes e sua orquestra de Bambas, maestro Spok, Nena Queiroga, Almir Rouche, André Rio, Margareth Menezes e Fafá de Belém. Cristina e Geraldo Julio encerraram seus Bailes Municipais em ritmo de vitória. O único ponto negativo foi o terrorismo do Batalhão de Transito que multava os carros que parassem mais perto da entrada do Classic Hall para deixar os foliões.

Ângela Mota Pragana e Fábio Rogério Magalhães (Foto: Fernando Machado)

Evaldo Costa e Nadya Alencar (Foto: Fernando Machado)

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