Fernando Machado

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junho 2018

A Seresta Junina de Misa e Cira

A tradicional Seresta de São João que Misa Lilioso ao lado da irmã, Waldecira Lucena, movimenta todos os anos na sua casa da Encruzilhada, aconteceu sábado, com muita animação. Participaram do arraial junino Padre Paulo Queiroz, o seminarista Wesly de Souza, Socorro e Nei Pinto, Maria José Queiroz, Rachel Suassuna, Walmira Carvalho, Emilia França, Fatima Souza, Emerson Jorge da Silva, Fábio Leonardo de Melo e Paulo Melo. A fogueira foi armada nos arredores da Praça Dom Miguel Valverde.

Emerson Jorge da Silva, Wesly de Souza, Misa Lilioso e Padre Fábio Queiroz (Foto: Fernando Machado)

Os jardins da casa estavam decorados com balões, bandeirolas, e sobre uma mesinha imagens de Santo Antônio, São João São Pedro. Na primeira parte, pois a festa foi dividida em dois momentos. No primeiro apenas degustação das comidas da época, bolo pé-de-moleque, pamonha, canjica, milhos verde (cozido e assado), bolo de macaxeira, além de salsicha de frango e carneiro assadas tendo uma farofa dos deuses como acompanhamento. Este ano São Pedro estava assim, como Misa, pois não choveu.

 

Emilia França, Fábio Leonardo de Melo e Rachel Suassuna (Foto: Fernando Machado)

Rachel Suassuna trouxe cachorro quente que não deu para quem quis. Depois das 22 horas, começou a segunda parte, com a chegada do padre Fabio Queiroz, e do seminarista Wesly de Souza. Os dois tem vocês maravilhosas. Foi ai que a seresta começou de fato. Teve Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho, entre outros.

Paulo Melo, Valdecira Lucena e Misa Lilioso (Foto: Fernando Machado)

No set list “Fumo de rolo, arreio de cangalha / Eu tenho pra vender, quem quer comprar / Bolo de milho, broa e cocada / Eu tenho pra vender, quem quer comprar / Pé de moleque, alecrim, canela / Moleque sai daqui me deixa trabalhar / E Zé saiu correndo pra feira de pássaros / E foi passo-voando pra todo lugar / Tinha uma vendinha no canto da rua / Onde o mangaieiro ia se animar / Tomar uma bicada com nambu assada / E olhar pra Maria do Juá”.

Misa Lilioso, Nei e Socorro Pinto (Foto: Fernando Machado)

Não esquecer “Riacho do Navio / Corre pro Pajeú / O rio Pajeú vai despejar / No São Francisco / O rio São Francisco / Vai bater no mei do mar / O rio São Francisco / Vai bater no mei do mar / Riacho do Navio / Corre pro Pajeú / O rio Pajeú vai despejar / No São Francisco / O rio São Francisco / Vai bater no mei do mar / O rio São Francisco / Vai bater no mei do mar / Ah! se eu fosse um peixe / Ao contrário do rio / Nadava contra as águas / E nesse desafio / Saía lá do mar pro / Riacho do Navio / Eu ia direitinho pro / Riacho do Navio”.

 

Nos tempos das Passarelas

Há 63 anos, acontecia no Hotel Quitandinha em Petrópolis, no Rio de Janeiro, a segunda edição do concurso de Miss Brasil, sob o patrocínio dos Diários Associados. A vencedora foi Maria Emilia Correa Lima, do Ceará, que foi coroada pela Miss Brasil de 1954, a baiana Martha Rocha. Em segundo lugar ficaram empatadas  Annete Stone do Amazonas, Ingrid Schmidt do Estado Rio e Ethel Chiaroni de São Paulo e no terceiro lugar ficou Maria Gilda de Medeiros do Pará. Pernambuco foi representado por Alba Souza Leão Carneiro.

Maria Emilia, Annete Stone, Maria Emilia, Ethel Chiaroni, Ingrid Schmidt e Gilda Mederios (Foto: O Cruzeiro)

Ana Cristina sendo coroada pela Miss U-65, Aspa Hongsakula e pela Miss B-65 Maria Raquel (Foto: Manchete e O Cruzeiro)

Há 52 anos, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, Ana Cristina Ridizi (1947/2015), representante do Estado da Guanabara, foi eleita Miss Brasil de 1966 e foi coroada por Maria Raquel de Andrade, Miss Brasil de 1965. O Top 8 foi formado por Francy Carneiro Nogueira (Ceará), Ana Cristina Ridzi (Guanabara), Marluce Manvailler (Mato Groso), Virginia Barbosa (Minas Gerais), Clara Cunha (Rio Grande do Sul), Ana Maria Façanha Gaspar (Rondônia), Glaucia Zimermann (Santa Catarina) e Tania Maria Zattar (São Paulo). O resultado final: 4º lugar Virginia Barbosa de Souza, em 3º lugar Francy Carneiro Nogueira, em 2º lugar Marluce Manvailler Rocha. Miss Pernambuco foi Raiolanda Castelo Branco.

Grande Hotel, Glamour & Crime

Uma vista do grande hotel na época (Foto: Diário da Manhã)

Há 80 anos, era inaugurado o Grande Hotel. A festa, a rigor, abalou a sociedade pernambucana, que começou às 22h terminou às 5 da manhã teve 4 orquestras, cronners George André e Roberts, Bando Academico, no Grill Room cantaram Francisco Alves e Uyara de Goyaz. Um encontro de muito glamour.

O Salão Azul ficou repleto de personalidades e do high Society (Foto: Diário da Manhã)

O hotel tinha como arrendatário Alberto Bianchi. Funcionou como cassino até 1946 e a partir de 1955 passou a ser administrado pelo Grupo Monte Hoteis. Em 1968 o governo passa para a Empetur e 1992, o governador Joaquim Francisco o desativou. Um crime contra a nossa história e também à nossa memória.

Uyara de Goiás e Francisco Alves arrasaram no palco (Fotos: Diário da Manhã)

Flashes

Marilene Mendes ao ler que o compositor Jones Johnson completou 120 anos, lembrou que Pernambuco deveria homenageá-lo.

O cerimonialista Wilton Condé passou o São João em Caruaru, ao lado da família. Onde as atrações são os sertanejos.

Hoje, às 19h30, sobe no palco do Teatro Deodoro, em Maceió, Alagoas, o espetáculo Jane di Castro em uma Divina Diva.

A assessoria política do governador Paulo Câmara está fraca. Podia ter evitado o constrangimento em Carpina. Quem manda virar PT.

O jornalista Diego Carvalho à cote Ampol Likitchatchawankun depois de Chicago está agora em Toronto no Canadá. È isso ai amigo.