Fernando Machado

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Categoria Recordar é Viver

Recordar é Viver

Péricles criou este O Amigo da Onça, para a revista O Cruzeiro de 15 de setembro de 1957

Olha Almira Castilho e Jackson do Pandeiro se apresentando no Programa de César de Alencar, na Rádio Nacional (Foto: Divulgação)

Esse trio maravilhava o Brasil nos anos sessenta: Linda Batista, Marlene e Emilinha Borba. Hoje brilham no céu (Foto: Divulgação)

O artista plastico Mário Nunes sendo entrevistado pelo repórter José César Borba do Diário da Manhã em agosto de 1937

Recordar é Viver

Péricles criou esse O Amigo da Onça para a revista O Cruzeiro de 7 de setembro de 1957

Esses looks dos anos 30 são bonitos demais (Foto: Diário da Manhã)

O poeta Manoel Bandeira e o jornalista  Edson Régis num momento de prosa (Foto: Arquivo da família)

O casal Oscar Gouveia Cunha Barreto e sua Guiomar num clique em Belém do Pará (Foto: Acervo de Carlos Eduardo Cunha Barreto)

Carmem Miranda: A pequena notável

Faz 62 anos hoje que a Pequena Notável, Carmen Miranda, trocava os palcos do planeta terra para se rebolar lá no céu. Ela que cantava tanto essa musica “Taí, eu fiz tudo p’rá você gostar de mim / Ah! meu bem, não faz assim comigo não! / Você tem, você tem que me dar seu coração!”, não cantaria mais, pois o brasileiro entregou seus corações para ela. Joubert de Andrade deve ter feito uma roda de samba para reverenciá-la. Será que São Pedro balançou suas chaves para saudá-la?.

A portuguesa mais brasileira que já ouvi falar (Foto: Divulgação)

Dorival Caymmi deve ter composto “O que é que a baiana tem? / O que é que a baiana tem? / Tem torso de seda tem / Tem brinco de ouro tem / Corrente de ouro tem / Tem pano da Costa tem / Tem bata rendada tem / Pulseira de ouro tem / E tem saia engomada tem / Tem sandália enfeitada tem / E tem graça como ninguém…! / Como ela requebra bem…! / Quando você se requebrar caia / por cima de mim”, para sua imagem nunca seja esquecida. Carmen Miranda nasceu em Portugal em 9 de fevereiro de 1909.

Carmen Miranda mostrou o que é que a baiana tem (Fotos: Divulgação)

E quanto interpretou: “Tico-tico / Tico-tico / O tico-tico tá / Tá outra vez aqui / O tico-tico tá comendo meu fubá / O tico-tico tem, tem que se alimentar / Que vá comer umas minhocas no pomar”, com seus trejeitos, seus adereços, seus balangandãs, incendiaram a Casa Branca. E encerro a homenagem para a musa dos gays com “Vestiu uma camisa listrada / E saiu por aí / Em vez de tomar chá com torrada / Ele bebeu Parati / Levava um canivete no cinto / E um pandeiro na mão / E sorria quando o povo dizia / Sossega, Leão, sossega Leão”. Morreu a artista e nasceu o mito.

Recordar é Viver

O ator Richard Egan entre as misses Eurlyne Howell do Havai e a brasileira Adalgisa Colombo, na Centyry Fox, Hollywood, em julho de 1958 (Foto: O Cruzeiro)

O jornalista Jose Cezar Borba entrevistando o escritor Austro Costa para o Diário da Manhã, em 25 de julho de 1937

Perícles criou essa O Amigo da Onça para a revista O Cruzeiro de 31 de agosto de 1957