Fernando Machado

Blog

Categoria Notícias da Caserna

Dia do Exercito na Alepe

Muito bonita e concorrida a reunião solene em homenagem aos 371 anos do Exército Brasileiro, realizada terça-feira à noite, na Assembleia Legislativa, por proposição do deputado Marco Aurélio. A data se refere à primeira Batalha dos Guararapes, travada em 19 de abril de 1648, quando portugueses, negros e índios – povos que deram origem à nação brasileira – venceram o Exército holandês no Monte dos Guararapes, na então Capitania de Pernambuco.

O general Marco Antonio Gomes entre os deputados Marco Aurélio e Eriberto Medeiros (Foto: Breno Laprovitera)

O Hino Nacional foi executado pela Banda de Música do Exército. A Orquestra Criança Cidadã apresentou Lamento Sertanjeo de Dominguinhos e um Medly Brasileiro. O cerimonial foi conduzido pelo competente coronel Franklin Bezerra. O Comandante Militar do Nordeste, general Marco Antônio Freire Gomes, recebeu uma placa comemorativa em alusão à data. A cerimônia foi presidida pelo deputado Eriberto Medeiros.

 

Não Podemos Esquecê-los (Final)

Em Memória dos que foram assassinados pelo Brasil Livre do Comunismo lembramos, hoje, aqueles de 1973: o comerciante Manoel Henrique de Oliveira, o civil Pedro Américo Mota Garcia, o delegado de Policia Octávio Gonçalves Moreira Júnior, o capataz Pedro Mineiro e o soldado do Exercito Francisco Valdir de Paula. Em 1974 foi assassinado o soldado da PMSP Geraldo José Nogueira.

Concluo estas reportagens que foi iniciada em 18 de abril de 2018. Essa relação eu pincei de Marcelo Torreão de Garanhuns que pescou da obra Golpe de 1964 — O que os livros de história não contaram, de Itamar Flávio da Silveira e Suelem Carvalho, Ed. Peixoto Neto, 2016. Por que a Comissão da Verdade não incluiu estes heróis?

Não Podemos Esquecê-los (VI)

Em Memória dos que foram assassinados pelo Brasil Livre do Comunismo lembramos, hoje, aqueles de 1972: Da Policia Militar o sargento Tomaz Paulino de Almeida e Rozendo, os cabos Sylas Bispo Feche, Luzimar Machado de Oliveira e Benedito Monteiro da Silva; do Exercito o coronel Aníbal Figueiredo de Albuquerque, o sargento Mário Abraim da Silva e o cabo Odilio Cruz Rosa.

O cabo Odilio Cruz Rosa (Foto: Divulgação)

Também o marinheiro inglês David A. Cuthberg, o estudante Eizo Ito; o segurança Manoel dos Santos; o mateiro João Pereira, o detetive de Polícia Civil Mário Domingos Panzarielo; o bancário Sílvio Nunes Alves; os civis Luiz Honório Correia, Severino Fernandes da Silva, José Inocêncio Barreto, Iris do Amaral e Napoleão Felipe Bertolane Biscaldi.

Não Podemos esquecê-los (V)

Em Memória dos que foram assassinados pelo Brasil Livre do Comunismo lembramos, hoje, aqueles de 1971: os soldados PM Américo Cassiolato, Djalma Peluci Batista, Manoel da Silva Neto e Eduardo Timóteo Filho; o major do Exército José Julio Toja Martinez; o tenente da Aeronáutica Mateus Levino dos Santos; o suboficial da reserva da Marinha José do Amaral; os cabos PM João Campos e Nelson Martinez Ponce.

O major do Exército José Julio Toja Martinez (Foto: Divulgação)

Ainda o artesão Adilson Sampaio, a empregada domestica Maria Alice Matos, os civis Antônio Lisboa Ceres de Oliveira, Alberto da Silva Machado e Jaime Pereira da Silva; o comerciário Fernando Pereira; os seguranças Jayme Cardenio Dolce, Silvâno Amâncio dos Santos, Demerval Ferreira dos Santos, José Amaral Vilela e Hélio Ferreira de Moura; o taxista Gentil Procópio de Melo e o adolescente de 14 anos Marcelo Costa Tavares.