Fernando Machado

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Categoria Notícias da Caserna

Não Podemos esquecê-los

Em Memória dos que foram assassinados pelo Brasil Livre do Comunismo lembramos, hoje, aqueles de 1970: o tenente da PM Alberto Mendes Junior, o sargento da Aeronáutica Walder Xavier de Lima, os sargentos PM José Geraldo Alves Cursino e Antônio Aparecido Posso Nogueró, os soldados PM Newton de Oliveira Nascimento, Célio Tonelly, Garibaldo de Queiroz e José Aleixo Nunes.

O tenente da PMSP Alberto Mendes Junior foi assassinado pelo grupo terrorista de Carlos Lamarca (Foto: Divulgação)

Além dos seguranças Joaquim Melo e João Batista de Souza, os agentes da PF Irlando de Moura Régis e Hélio de Carvalho Araújo, os seguranças Isidoro Zamboldi, Vagner Lúcio Vitorino da Silva e Bertolino Ferreira da Silva, o comerciante José Armando Rodrigues e o civil José Marques do Nascimento.

Não Podemos esquecê-los

Em Memória dos que foram assassinados pelo Brasil Livre do Comunismo lembramos, hoje, aqueles de 1969: os soldados Naul José Montovani, Guido Boné, Natalino Amaro Teixeira, Aparecido dos Santos Oliveira, Mauro Celso Rodrigues, João Guilherme de Brito, Abelardo Rosa Lima, Romildo Ottenio e Elias dos Santos; o subtenente PM Joel Nunes; as donas de casa Alzira Baltazar de Almeida e Sulamita Campos Leite, o lavrador Edmundo Janot, o inspetor de policia Cecildes Moreira de Faria; os guardas civis José Antunes Ferreira e Orlando Pinto da Silva. 

Os civis Manoel da Silva Dutra e Nilson José de Azevedo Lins; o motorista Francisco Bento da Silva; o vigia bancário Luiz Francisco da Silva, os bancários Orlando Girolo e José Santa Maria; os investigadores José de Carvalho e Estela Borges Morato; o taxista Cidelino Palmeiras do Nascimento, o comerciário José Getúlio Borba; o cobrador de ônibus Samuel Pires; o comerciante Kurt Kriegel; o gente da PF Cláudio Ernesto Canton, o guarda particular Euclídes de Paiva Cerqueira e o protético Friederich Adolf Rohmann.

Não Podemos esquecê-los

Em Memória dos que foram assassinados pelo Brasil Livre do Comunismo lembramos aqueles de 1968: o marinheiro Agostinho Ferreira Lima, o agente penitenciário Ailton de Oliveira, o soldado Mário Kozel Filho, o sargento PM Nelson de Barros, o major Maximilian Von Westernhagen.

Mário Kozel Filho foi morto, com 18 anos, em São Paulo, numa ação terrorista comandada por Dilma Rousseff (Foto: Divulgação)

Também os soldados PM Eduardo Custódio de Souza e Antônio Carlos Jeffery, o capitão dos EUA Charles Rodney Chandler, além dos civis Noel de Oliveira Ramos, Luiz Carlos Augusto, Wenceslau Ramalho Leite e Estanislau Ignácio Correia.

 

Não Podemos esquecê-los

O jornalista Edson Regis de Carvalho (Foto: Diário da Manhã)

A partir de hoje vamos lembrar as 120 pessoas mortas pelos comunistas ou terroristas entre 1964 e 1974. É um tributo em memória a 31 de março de 1964. É como escreveu Marcelo Torreão, “caso o comunismo triunfasse no Brasil, essa lista certamente seria multiplicada por milhares, como atestam os exemplos históricos.”

O corpo do almirante Nelson Gomes Fernandes no Aeroporto dos Guararapes (Foto: Manchete)

Em 1964 mataram o vigia Paulo Macena, em 1965 o sargento do Exercito Carlos Argemiro Camargo, em 1966 o jornalista Edson Regis de Carvalho e o almirante Nelson Gomes Fernandes. Em 1967, o fazendo Zé Dico e o bancário Osíris Motta Marcondes. Não podemos esquecer estes heróis que deram a vida pela democracia.

O sargento do Exercito Carlos Camargo (Foto: Internet)