Fernando Machado

Blog

Categoria Na Sala da Justiça

Centro Acadêmico de Direito

Há 85 anos, retornava para o Recife, a bordo do vapor Araraquara, procedente do Rio Grande do Sul, a embaixada do Centro Academico de Direito. Naquela época era comum os bacharelandos e acadêmicos fazerem excursões de treinamento nas suas especialidades.

A embaixada pernambucana no Porto do Recife (Foto: Diário da Manhã)

Era composta pelos bacharelandos Fábio Correia (Presidente), Telmo Pontual, Fernando Cascão, Tavares de Buril e Armando Alves. Pelos acadêmicos Eraldo Gueiros, Benjamim Machado, Leopoldo Lins, Paulo Vieira e João Lapa.

Parabéns, ACEMEPE!

Amanda Campos by CK e Paula Campos (Foto: Fernando Machado)

Zenyr e Fernando Ferreira (Foto: Fernando Machado)

Virginia e Silvio Neves Baptista Filho (Foto: Fernando Machado)

Andrea Danzi, Paula Miranda e Michelle Rodrigues Sombra (Foto: Fernando Machado)

Parabéns, ACEMEPE!

Darcy Nunes, Zélia d’Almeida Lins, Maria Julia Oliveira, Socorro Figueiredo e Márcia Neves (Foto: Fernando Machado)

Priscila Krause, Amanda e Fausto Campos (Foto: Fernando Machado)

Os 38 anos de fundação da Associação dos Cônjuges dos Magistrados de Pernambuco (ACEMEPE) foram comemorados, ontem, com um almoço de adesão dos mais concorridos no Spettus de Boa Viagem. Recebendo os convidados estava à presidente Maria Julia Oliveira. É bom lembrar que a primeira presidente foi minha amiga Anita Malta (1925/2012). Quem comprou o ingresso para o almoço ganhou um exemplar do novo livro do Padre Reginaldo Manzotti, Combate Espiritual.

Padre Reginaldo Manzotti e Jô Mazzarolo (Foto: Fernando Machado)

Alice Souza Leão, née Lisboa (Foto: Fernando Machado)

Quando o padre Reginaldo Manzotti chegou o levaram para um lado afastado do grande publico, afinal de contas é um padre pop. Houve um pequeno rebu, pois muitas senhoras de celular queriam registrar o momento. Como a comida é mais forte, o mar serenou, e lembrei da cantora Clara Nunes. Terminado o almoço, o host Silas da Costa e Silva, convidou o sacerdote para uma oração, seguido de benção.

Eliane Ferraz, Mônica Rios Rodrigues, Cristina Vita, Celia Moraes e Fátima Peixoto (Foto: Fernando Machado)

Lara Santana e João Campos (Foto: Fernando Machado)

No seu speech Manzotti citou os nomes de Terezinha Nunes e André de Paula. Depois dele falou a presidente da ACEMPE, Maria Julia Oliveira, que homenageou uma sócia da entidade e a escolhida foi a senhora Francis Siqueira. Tivemos uma apresentação da Orquestra Criança Cidadã e da dupla Diego e Junior. Quando o padre se retirou com sua entourage o Spettus o local ficou calmo e um coral de 400 vezes cantou os tradicionais parabéns para você.

Kerima Lins e Isabela Coutinho Coelho (Foto: Fernando Machado)

Leopoldo Raposo, Maria Julia Oliveira e Maria Ismênia Padilha (Foto: Fernando Machado)

Na seqüência Maria Julia Oliveira ao lado de algumas ex-presidentes da ACEMEPE cortou o bolo grifado por Mana Asfora. Uma pena que, na saída, algumas pessoas levaram os arranjos de flores, que estavam sobre as mesas. É bom lembrar que a renda foi destinada para o projeto mantido pela Arquidiocese de Olinda e Recife, Fazenda Esperança, que assiste jovens na recuperação de dependentes químicos.

Sandra Melo, Glaucia e Nilson Ananias (Foto: Fernando Machado)

Maria Moraes e José Faustino Ferreira (Foto: Fernando Machado)

Pedro Augusto, comenta a Reforma trabalhista

Pedro Augusto Almeida ao lado da mãe, Tinane e da irmã Lelê da Fonte (Foto: Fernando Machado)

Quinta-feira, na Livraria Imperatriz, no Shopping Recife, o advogado Pedro Augusto Almeida Neto, lançou seu livro Comentários à Reforma Trabalhista. À tarde que entrou noite adentro de autografo foi muito concorrida e prestigiada. O livro nasceu das primeiras anotações que ele fez quando começou a estudar a Reforma Trabalhista, a partir do início de agosto passado. Em seguida, ele sentiu a vontade de preparar um pequeno manual, que servisse de orientação aos departamentos de pessoal, RH e contábil das empresas que são minhas clientes.

Marilda Maliconico e Suely Miranda (Foto: Fernando Machado)

“E continuei escrevendo. Em sequência, verifiquei que a matéria era muito vasta, e que o manual ultrapassaria em muito a quantidade de páginas pretendida, que seria em torno de 50. Comecei com 80 e terminei com 140, enfim, estava me deparando com uma infinidade de informações que julgava necessárias, e ainda longe de chegar ao final. Por fim, optei por fazer um tipo de apostila, que a esta altura seria distribuída entre os amigos e advogados mais próximos. Fiz então uma correlação entre os artigos da lei da Reforma Trabalhista, e a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho, que seria atingida de alguma forma pela mesma”.

Pedro Augusto Almeida Neto e Roberto Maia (Foto: Fernando Machado)

– Engrossei mais o número de páginas, e vi que havia escrito um livro, e não mais um manual como pretendido. Mas continuei com o propósito de distribuí-lo entre as empresas clientes e os advogados mais próximos. Fui então incentivado por várias pessoas a publicar a obra. No início refutei a idéia. Até porque não julguei que o conteúdo escrito fosse merecedor de publicação. Não passava pela minha cabeça. Mas a insistência dos amigos foi grande, inclusive por parte dos meus colegas da OAB/PE, sub seccional de Jaboatão dos Guararapes e Moreno, onde sou Conselheiro.

Pedro Augusto Almeida e Giovani Oliveira (Foto: Fernando Machado)

E prossegue: “Diante de tanta insistência, resolvi distribuir alguns volumes, aos advogados mais próximos, tanto na forma impressa, como na forma eletrônica em PDF. Apenas pedi a opinião sincera de todos em relação à qualidade do que estava escrito, e se seria merecedor de uma publicação. Para minha surpresa, a receptividade foi unânime, e a partir daí, o número de pessoas a me instigar a publicar cresceu de forma absurda. Resolvi então publicar a obra, mas mesmo assim, com um pé atrás, pois jamais me olhei como autor de algum livro, e muito menos de um livro técnico, sobre uma matéria tão nova, relevante e polêmica como é a Reforma Trabalhista”.

Tinane Almeida, Monica Rios Rodrigues, Eliane Pompeu e Thereza Bitu Canuto (Foto: Fernando Machado)

E conclui: “Elogiada por muitos, e odiada por tantos outros. Enfim, enviei para a editora e mandei produzir o livro. Ficaram prontos na editora no dia 21 de dezembro de 2017, e já no início de janeiro recebi as caixas com os livros impressos. Marquei o lançamento da obra, a dedo, pois completou, neste mesmo dia, 33 anos de casado com a minha esposa Penha. Seria (e foi) uma dupla comemoração. E por fim, senti-me muito honrado com a presença maciça dos meus familiares, amigos e clientes, que pacientemente esperam em longas filas para levarem a obra autografada por mim. A todos, serei eternamente grato, por ter tornado uma simples sessão de autógrafos quase em uma festa. E como diria o velho Chicó, de Ariano Suassuna, “não sei, só sei que foi assim”.

Penha e Pedro Augusto ao lado dos filhos Felipe e Letícia (Foto: Fernando Machado)