Fernando Machado

Blog

Categoria teatro

Senhora de Engenho entre a Cruz e a Torá

Na próxima sexta-feira e no sábado, às 19h30, no Casarão de Maria Amazonas, em Camaragibe, serão encenados o espetáculo Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá, por conta do XXVI Janeiro de Grandes Espetáculos. O Texto de Miriam Halfim é baseado na história real, quase lendária, da portuguesa Branca Dias e de sua luta para se manter fiel a sua fé judaica, enfrentando tanto a Santa Inquisição em Portugal.

O ator Pedro Dias na peça Senhora de Engelho (Foto: Divulgação)

Branca Dias era uma mulher forte e destemida, porém cheia de conflitos; suas emoções intensas, o seu senso de justiça; sua fé inabalável na Torá contra a culpa de ter que apresentar um credo religioso diferente. No elenco Pedro Dias, Cláudia Alves, Dul Santos, Euclides Farias, Francis de Souza, Geraldo Cosmo, Lom Paz, Maria Eduarda Salustiano, Nanda Andrade, Patricia Assunção, Wanderson Oliveira e William Gomes.

O Baile do Deus Morto

A obra multidisciplinar de Flávio de Carvalho (1899/1973), expoente do modernismo brasileiro, será homenageada em exposição na Galeria Almeida e Dale. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli, a mostra abre hoje, e reúne registros das polêmicas performances do artista, além de pinturas e desenhos produzidos entre 1930 e 1970. Para marcar a abertura, às 11h30, o Teatro Oficina faz uma apresentação única de trecho da peça O Baile do Deus Morto.

O sociólogo Flavio de Carvalho quando saiu de saiote em São Paulo (Foto: Divulgação)

Escrita pelo artista em 1933, a obra discorre sobre a tragédia da morte de deus e apresenta a vida criativa do homem livre de mitos. Com direção de Marcelo Drummond, os 12 atores da Companhia encenam com a musicalidade característica do Oficina e vestem as réplicas das máscaras criadas por Flávio. Após a encenação, as máscaras serão expostas para o público na mostra individual, em cartaz na Galeria até o dia 19 de outubro.

Réquiem para Marilene Silva

É com tristeza que comunicamos o falecimento, ontem em Macaé, no Rio de Janeiro, da cantora, atriz e advogada Marilene Silva. Um dos grandes nomes do nosso rádio, Marlene Pereira da Silva nasceu em Viçosa, Alagoas, em 7 de fevereiro de 1935. Começou cantando na Radio Difusora de Alagoas. Mocinha veio para o Recife e foi até a Radio Jornal do Commercio para fazer um teste. Foi aprovada e coube a Amarílio Nicéas mudar seu nome para Marilene Silva.

Marilene Silva, um nome que a historia guardou (Foto: Divulgação)

Começou como cantora e depois virou radioatriz. Quando a TV Jornal do Commercio foi inaugurada foi trabalhar no Canal 2. Atuou no programa Você Faz o Show de Fernando Castelão. Depois foi para a TV Rádio Clube, porque começou namorar Paulo Pessoa de Queiroz. Em 1970 trocou o Recife pelo Rio de Janeiro, onde concluiu seu curso de Direito, iniciado na Unicap. Em 1983, se casou com Paulo. Desde ontem que Marilene foi se encontrar com o amor de sua vida.

A nova Paixão do Recife

Termina hoje, às 18h, no Marco Zero, a encenação Jesus, a luz do Mundo – A nova Paixão do Recife, produzida Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco. Mais de 43 atores e 10 figurantes participam da peça. E não esquecer que é aberto ao publico.  Vinte profissionais irão compor a equipe técnica. O texto e a direção são de Carlos Carvalho.

Cristo e a santa ceia (Foto: Divulgação)

O Cristo está sendo interpretado por Bruno Garcia, o Diabo por Germano Haiut e Herodes por Sergio Gusmmão, Angélica Zenith (Maria), Daniela Travassos (Madalena), Ivo Barreto (Judas), Carlos Lira (Pilatos). Os figurinos são de Manoel Carlos, os cenários levam a assinatura de Célio Pontes e Eron Villar assume a iluminação e assistência de direção. A trilha sonora é do maestro José Renato.

  • 1 2 5