Fernando Machado

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Categoria literatura

Os prêmios de literatura da CEPE

A CEPE lança a primeira edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Juvenil, assim como o IV Prêmio CEPE Nacional de Literatura. Os editais dos dois certames já estão disponíveis e as inscrições poderão ser feitas no período de 2 de abril a 17 de maio exclusivamente por meio digital. Informações no e-mail premioinfantojuvenil@cepe.com.br. Os vencedores das categorias Infantil e Juvenil receberão como prêmio R$ 10 mil e terão as obras publicadas pela Cepe Editora.

O Prêmio Cepe Nacional de Literatura 2018que contempla as categorias Romance, Conto e Poesia, as inscrições serão pelo e-mail premiocepenacional@cepe.com.br. Os prêmios são nos valores de R$ 20 mil aos vencedores de cada categoria. O resultado será anunciado até o dia 30 de novembro e publicado no Diário Oficial de Pernambuco, portal da Cepe (www.cepe.com.br). O acesso aos editais estão no (http://bit.ly/Editalpremios).

Reinaldo Oliveira, do bisturi ao Palco

Amanhã, às 19h, na Academia Pernambucana de Letras, será lançado o livro Reinaldo Oliveira, do bisturi ao Palco escrito por Antônio Edson Cadengue, sobre o médico, ator e acadêmico Reinaldo de Oliveira, editado pela CEPE, pela Coleção Memórias. Para Cadengue, pesquisador de teatro e psicólogo, a medicina e dramaturgia sempre atuaram juntas na trajetória de Reinaldo de  Oliveira.

Reinaldo e seu pai, Valdemar de Oliveira (Foto: Reprodução)

Reinaldo que no próximo dia 28 de junho fará 88 anos, respira desde criança teatro, pois seus pais Valdemar e sua mãe Diná de Oliveira, eram artistas do grupo Gente Nossa e depois criaram o Teatro de Amadores de Pernambuco. Para eles não existia vida sem arte, sobretudo a arte teatral. O livro de 260 páginas é movido pela admiração de Cadengue por Reinaldo, “esse homem que foi tão bom no palco e tão comprometido como médico”, diz o autor.

A peça o Peru encenado pelo Teatro de Amadores de Pernambuco (Foto: Reprodução)

A obra traz um recheio rico de fotografias históricas de personalidades e fatos públicos e privados de meados do século 20 que permeiam o caminho de uma das mais importantes figuras do teatro pernambucano e grande defensor do TAP. O legado aprendido desde a infância de Reinaldo com seu pai, Valdemar. Como diz Cadengue, “há alguma poesia nessa prosa”.

Dinah, Reinaldo e Valdemar (Foto: Reprodução)

Muitas vezes, Reinaldo precisou ocupar funções como a de iluminador, por exemplo. Mas tal como Valdemar, trazia a arte como rumo de vida, e também transitou pela música e literatura. Diz ele: “Bisturi que se reveza com a pena, não sabendo eu, hoje, se o bisturi escreve ou se a pena corta”. Cadengue conclui que “usei muito do olhar e da experiência dele para escrever o livro; Reinaldo tem uma memória prodigiosa”.

Pausa Poética

“Atravesso as pontes do Recife, / Acompanho o rio / Capibaribe veloz e caudaloso, / Rasga a cidade / Por todos os lados”. Sonia Gonçalves de Lima