Fernando Machado

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Categoria literatura

Pausa Poética

“Seja forte quando estiver fraco. Seja corajoso quando estiver com medo. Seja humilde quando for vitorioso”. Coronel PMPE Walter Benjamim

 

 

Mariana: Eu, Mãe e Pai

Mariana Kupfer e Daniela Manole (Foto: Mariana Malheiros)

A apresentadora e escritora Mariana Kupfer lançou quarta-feira, seu livro Eu, Mãe e Pai – A Maternidade Independente Como Escolha em brunch para convidadas no Iguatemi São Paulo e uma sessão de autógrafos na Livraria da Vila, no shopping JK Iguatemi. A obra conta a emocionante trajetória da autora.

Marcos Mion e Suzana Gullo (Foto: Ali Karakas)

O livro também  inspira quem deseja ter filhos nos mais diversos modelos familiares, trazendo aos leitores um guia prático e embasado por médicos sobre os procedimentos de inseminação, exames e custos. Entre as presenças anotamos Ticiane Pinheiro, Adriane Galisteu, Gabriela Duarte, Karina Bacchi, Caio Ribeiro, Marcos Mion.

Karina Bacchi e Amaury Nunes (Foto: Mariana Malheiros)

Robson Sampaio & Ayrton Senna

Pincei do livro O Recife e Outros Poemas, do jornalista e imortal da Academia Recifense de Letras, Robson Sampaio, por conta dos 25 anos da morte do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, essa poesia: “Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor Velocidade! / Na última curva da Vida / Os deuses dormiam. / A morte, não! / A máquina insensível / Virou ferros contorcidos / E os anjos te encantaram… / Frágil Homem de Aço!”

 

Robson Sampaio e Ayrton Senna (Fotos: Fernando Machado/Divulgação)

– Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor Velocidade! / Semi-Deus das pistas / Semi-Deus alado / Ave ferida, ave arrebatada / Ídolo e sonho dos mortais…/ Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor Velocidade! / A curva é o limite. / Deus dá, Deus tira. / E no circuito dos Céus / Na ultrapassagem de nuvens e estrelas / Você, Senhor Velocidade, / Fará todas as “Poles” e estará / No “Podium” da Eternidade…”.

O Pátio da Matriz segundo Marly Mota

Mauro Arruda e sua irmã Marly Mota (Foto: Fernando Machado)

A Sala de Reunião da Academia Pernambucana de Letras, nas Graças, estava lotada para a homenagem desta figura humana elegante e educada, chamada Marly Mota, que a Casa Carneiro Vilela sabiamente prestou. No comando do encontro literário estava a presidente Margarida Cantarelli. Tivemos a entrega dos Prêmios Literários para Cida Pedrosa e Bruna Barbosa.

Eduardo Mota, Margarida Cantarelli, José Nivaldo Júnior e Sergio Mota (Foto: Fernando Machado)

Primeiro o acadêmico Paulo Gustavo de Oliveira apresentou a Revista da Academia Pernambucana de Letras, Nº 47. Antes ele recitou um pequeno poema do marido da homenageada, o também imortal Mauro Mota, que diz assim: “Vestias diante do espelho / o vestido de viagem / e o espelho partiu-se ao meio / querendo prender-te a imagem”. Gostei muito do artigo de Fernando Guerra sobre A Cidade e os seus Espaços de Convivência.

Lourival Holanda, Lucílio Varejão Neto e Cicero Belmar (Foto: Fernando Machado)

Depois a vice-presidente Luzilá Gonçalves comunicou que em março a Casa iniciará o Curso Transfiguração da Memória, com duração de dois meses. As palestras sempre acontecerão nas tardes dos sábados. NA primeira, 23 de março, falarão os acadêmicos Lourival Holanda e Luzilá Gonçalves. Nas demais palestras outros acadêmicos tmbém falarão sempre como o mesmo objetivo rever as memórias. O curso custará 200 reais por mês.

Patricia Rands e Roberto Mota (Foto: Fernando Machado)

Na seqüência tivemos uma saudação à Marly Mota. Coube ao acadêmico Lucilio Varejão Neto ler o poema A Cheia, onde Marly recorda sua terra natal com muita maestria. “Nessa noite foram inúteis os gritos da molecada advertindo Maria Borges de que o rio estava subindo assustadoramente. Ela dormia e dormindo se foi, arrastada pelas águas”. Da residência restaram apenas pendurados na parede São Severino do Ramos, São Sebastião e o Padre Cicero do Juazeiro.

Eduardo Mota, Maria Eduarda, Luciana Marinho e Francisco Marinho Mota (Foto: Fernando Machado)

A segunda edição de o Pátio da Matriz, a capa é um trabalho da pintora naif Marly Mota. No recheio as ilustrações são grifadas pelo artista plástico Lula Cardoso Ayres, como na primeira edição. A orelha é de Valdemar Cavalcanti que a comparou com Djanira e a Noêmia, que vez de pintar escrevesse. Na última página um trecho maravilhoso de Luiz Delgado, onde pinçamos: “A escritora não falseou o que a menina viu”. Não esquecer que Marly é uma notável chef de cuisine.

Margarida Cantarelli, Jose Mário Rodrigues (Foto: Fernando Machado)

As crônicas de minha amiga Marly Mota são maravilhosas, daquelas que podem ser encontradas no Olimpo dos deuses da literatura. O seu companheiro de imortalidade José Nivaldo Junior , durante a sessão, não poupou elogios para as crônicas de o Pátio da Matriz. O projeto gráfico e a capa são Ricardo Melo, a diagramação Gildson Alves, a revisão de Luzilá Gonçalves e a impressão da Cepe. Sai da APL leve pelo passeio nos tempos dourados de sua adolescência em Bom Jardim. Não tem nada que abafe o brilho deste primeiro livro de Marly Mota.

Lourdes Sarmento e José Luiz da Mota Menezes (Foto: Fernando Machado)

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